Binance começa a resgatar ativos roubados, mas não segura queda do Bitcoin (BTC)
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
🚨 O Bitcoin (BTC) retomou uma trajetória de alta nesta véspera de Natal, consolidando o movimento conhecido como "Santa Rally", tradicional em ativos de risco no final do ano.
A criptomoeda mais famosa do mundo registrou um aumento de 5,29% nas últimas 24 horas, sendo cotada a US$ 97.958,47 por volta das 16h50 (horário de Brasília), de acordo com dados da Binance.
O Ethereum (ETH), por sua vez, acompanhou o ritmo e subiu 4,34%, alcançando US$ 3.479,77 no mesmo período.
Embora ainda abaixo da marca psicológica dos US$ 100 mil, analistas projetam um cenário promissor para o ativo em 2025.
Entre os fatores que alimentam o otimismo está a postura pró-cripto do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que já trouxe impactos positivos ao mercado.
Promessas como a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin e indicações de aliados às criptomoedas para posições-chave no Senado são vistas como catalisadores de valorização.
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O contexto macroeconômico também desempenha um papel importante. Segundo Yuya Hasegawa, analista do bitbank, a possibilidade de uma política monetária menos agressiva por parte do Federal Reserve (Fed) pode exercer alguma pressão no curto prazo.
No entanto, os elevados custos da dívida do governo e a crescente preocupação com sua sustentabilidade podem aumentar a atratividade do Bitcoin como uma alternativa de "ouro digital".
"A combinação de um cenário econômico desafiador com o avanço de políticas pró-cripto nos EUA cria um terreno fértil para que o Bitcoin volte aos holofotes em 2025", destacou Hasegawa.
📈 Com expectativas de que o Bitcoin possa atingir patamares de até US$ 150 mil, investidores permanecem atentos aos desdobramentos políticos e econômicos que devem marcar o próximo ano como um período decisivo para o mercado de criptomoedas.
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
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