Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚨 O Bitcoin (BTC) retomou uma trajetória de alta nesta véspera de Natal, consolidando o movimento conhecido como "Santa Rally", tradicional em ativos de risco no final do ano.
A criptomoeda mais famosa do mundo registrou um aumento de 5,29% nas últimas 24 horas, sendo cotada a US$ 97.958,47 por volta das 16h50 (horário de Brasília), de acordo com dados da Binance.
O Ethereum (ETH), por sua vez, acompanhou o ritmo e subiu 4,34%, alcançando US$ 3.479,77 no mesmo período.
Embora ainda abaixo da marca psicológica dos US$ 100 mil, analistas projetam um cenário promissor para o ativo em 2025.
Entre os fatores que alimentam o otimismo está a postura pró-cripto do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que já trouxe impactos positivos ao mercado.
Promessas como a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin e indicações de aliados às criptomoedas para posições-chave no Senado são vistas como catalisadores de valorização.
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O contexto macroeconômico também desempenha um papel importante. Segundo Yuya Hasegawa, analista do bitbank, a possibilidade de uma política monetária menos agressiva por parte do Federal Reserve (Fed) pode exercer alguma pressão no curto prazo.
No entanto, os elevados custos da dívida do governo e a crescente preocupação com sua sustentabilidade podem aumentar a atratividade do Bitcoin como uma alternativa de "ouro digital".
"A combinação de um cenário econômico desafiador com o avanço de políticas pró-cripto nos EUA cria um terreno fértil para que o Bitcoin volte aos holofotes em 2025", destacou Hasegawa.
📈 Com expectativas de que o Bitcoin possa atingir patamares de até US$ 150 mil, investidores permanecem atentos aos desdobramentos políticos e econômicos que devem marcar o próximo ano como um período decisivo para o mercado de criptomoedas.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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