5 ações já sobem mais de 10% na B3 em 2026; confira
É o dobro da valorização do Ibovespa, que atingiu os 170 mil pontos pela 1ª vez nesta 4ª (21).
🚨 A Cogna Educação (COGN3), um dos principais nomes do setor educacional brasileiro, divulgou nesta quarta-feira (2), que finalizou seu processo de turnaround.
A companhia também anunciou um aguardado retorno ao pagamento de dividendos após um hiato de quatro anos.
Durante o evento Cogna Day, realizado com analistas e investidores, a companhia revelou que a distribuição de R$ 120,8 milhões em dividendos será submetida à aprovação em assembleia geral no próximo dia 30 de abril.
Segundo Frederico Villa, CFO da Cogna, essa retomada dos dividendos é um marco que reflete a consolidação do plano estratégico adotado pela empresa nos últimos anos.
A jornada de recuperação teve início em 2020, período crítico em que a empresa enfrentou desafios significativos impostos pela pandemia e a consequente mudança de hábitos educacionais no país.
Diante do cenário adverso, a Cogna optou por uma reestruturação abrangente que incluiu uma mudança profunda no modelo de atuação.
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A estratégia, que antes priorizava cursos presenciais, passou a focar no ensino a distância (EAD), resultando em uma transformação na proporção entre as modalidades, que saiu de 30% presencial e 70% EAD para 13% presencial e 87% EAD até o final de 2024.
Como resultado, a base de alunos apresentou um crescimento expressivo, passando de 770 mil em 2020 para 1,55 milhão em 2024 — um aumento de 37% ao longo do período.
O balanço financeiro da Cogna também refletiu o sucesso da reestruturação. O Ebitda da companhia totalizou R$ 2,174 bilhões em 2024, superando a previsão inicial de R$ 2,1 bilhões.
A geração de caixa após investimentos (Capex) foi de R$ 1,045 bilhões, também acima da estimativa de R$ 1 bilhão.
No último trimestre de 2024, a Cogna registrou um lucro líquido de R$ 925,8 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 397 milhões do mesmo período em 2023.
O Ebitda ajustado no trimestre cresceu 47%, alcançando R$ 812 milhões, e a margem operacional passou de 28,9% para 37,6%.
A receita líquida da empresa também avançou, somando R$ 2,16 bilhões — um crescimento de 13,2% na comparação anual.
Entre os destaques, estão as unidades Kroton e Vasta, com aumentos de receita de 16% e 26%, respectivamente. Por outro lado, a unidade Saber apresentou uma queda de 5,5%.
Além dos resultados positivos, a Cogna também conseguiu reduzir sua dívida líquida em 12,1%, encerrando 2024 com um passivo de R$ 2,88 bilhões.
O índice de alavancagem, medido pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado, caiu para 1,35 vez — o menor nível desde o quarto trimestre de 2018.
Em paralelo, a companhia anunciou dois novos programas de recompra de ações. O primeiro, iniciado em 2024, envolveu a recompra de 44 milhões de ações.
Já o mais recente, lançado em 20 de janeiro de 2025, prevê a recompra de 144 milhões de ações, evidenciando o compromisso da Cogna com a valorização de seus papéis e o retorno aos acionistas.
📈 Mesmo com os anúncios positivos, as ações da Cogna (COGN3) apresentavam queda de 4,63% na sessão desta quarta-feira (2), negociadas a R$ 2,06 por volta das 15h30.
O movimento acompanha o desempenho negativo do Ibovespa no mesmo período.
Para 2025, a Cogna optou por não divulgar um novo guidance, mas ressaltou que a estratégia implementada continuará sendo executada com rigor, visando consolidar os resultados alcançados até o momento.
É o dobro da valorização do Ibovespa, que atingiu os 170 mil pontos pela 1ª vez nesta 4ª (21).
A decisão considerou, entre outros fatores, a base acionária remanescente reduzida.
A Cogna liderou o Ibovespa com alta de 240% em 2025, o melhor ano da bolsa desde 2016. Já a Raízen teve a maior queda.
A Cogna (COGN3) lidera os ganhos do ano na bolsa, com uma alta superior a 223%.
A empresa também aprovou a distribuição de cerca de R$ 210 milhões em dividendos intermediários.
Rede de ensino, dona das marcas Kroton, Saber, Vasta Educação e Platos, tem menor alavancagem em 28 trimestres.
Cogna fez oferta de R$ 420 milhões para levar todas as ações de sua subsidiária Vasta.
Empresas brasileiras ligadas aos setores de minerais metálicos, incorporação e consumo saem na frente.
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