Após aval da ANP, Petrobras (PETR4) prepara volta à Margem Equatorial
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
📊 As ações da Petrobras (PETR4) ficaram praticamente no zero a zero nesta segunda-feira (14), mesmo após especulações pipocarem no mercado de que a estatal pode acabar passando a tesoura no seu plano de investimentos para 2025.
Conforme informações veiculadas na imprensa, a petroleira prevê reduzir os seus investimentos no próximo ano de US$ 21 bilhões para US$ 17 bilhões, com base em estimativas iniciais da Petrobras, reveladas por fontes próximas ao assunto.
Na avaliação da Ativa Investimentos, essa redução de investimentos já era esperada devido ao tempo que levará para os mesmos serem executados, por exemplo, projetos de renováveis e de óleo & gás, como a Margem Equatorial.
"Ademais, a Petrobras vem, sistematicamente, ao longo dos últimos anos, executando um capex (despesas de capital) inferior ao orçado para o ano", destaca a corretora em nota obtida pelo Investidor10.
➡️ Leia mais: Margem Equatorial: Nova era do Petróleo pode superar o pré-sal e gerar bilhões para petroleiras
Embora a colher de fermento da Petrobras possa ter encolhido, os analistas da Ativa ainda enxergam um potencial positivo para as ações da estatal em 2025.
A redução para 2025 não significa que o próximo plano quinquenal será mais enxuto quanto ao capex, uma vez que este pode ser aumentado ao longo dos demais quatro anos que compõem o plano quinquenal da empresa.
🛢️ À espera da sua divulgação, que normalmente ocorre entre o final de novembro e dezembro, a corretora tem recomendação neutra para a Petrobras, estipulando preço justo de R$ 44 por ação preferencial.
Ou seja, caso o preço-alvo dos analistas se confirme em 2025, os acionistas da Petrobras têm a chance de embolsar 16,6% em ganhos de capital.
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
Segundo a diretora de exploração da estatal, a Petrobras avalia explorar petróleo na Venezuela, mas os riscos ambientais preocupam.
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
A alta levou o índice ao segundo maior fechamento da história, atrás apenas do registrado em 11 de fevereiro.
EUA já liberaram cinco multinacionais a retomar a exploração de petróleo na Venezuela.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
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