Cogna (COGN3) vai distribuir R$ 3,17 por ação após leilão de frações na B3
O leilão foi realizado em nove de março de 2026 na B3 e envolveu a venda de 20,8 mil ações ordinárias.
A Cogna (COGN3) aprovou nesta sexta-feira (14) um programa de recompra de ações. Com isso, pretende recomprar até 44,2 milhões de ações nos próximos 12 meses.
💲Um dos objetivos da recompra é maximizar o retorno dos acionistas, pois a companhia avalia que "o valor atual de suas ações não reflete o real valor dos seus ativos combinado com a perspectiva de rentabilidade e geração de resultados futuros".
📉 As ações da Cogna já caíram mais de 50% em 2024. O papel era negociado por R$ 3,31 no início do ano, mas fechou esta sexta-feira (14) cotado a R$ 1,67. Só nesta semana, o papel recuou 7,2%, pressionado pela decisão do MEC (Ministério da Educação) de suspender a criação de novas graduações a distância até 2025.
A Cogna, no entanto, também citou outros motivos para a recompra de ações. Veja:
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De acordo com a Cogna, o programa de recompra pode atingir até 2,357% das ações que estão em circulação no mercado. A companhia tem cerca de 1,8 bilhão de ações em circulação, além de 942,8 mil ações em tesouraria.
A recompra será feita a preços de mercado, com recursos disponíveis na conta de reserva de capital da companhia. Segundo a Cogna, a recompra só poderá ser realizada caso não afete o cumprimento das obrigações assumidas com credores, nem o pagamento do dividendo obrigatório e caso não haja fatos previsíveis capazes de alterar significativamente o valor disponível nas suas reservas.
O leilão foi realizado em nove de março de 2026 na B3 e envolveu a venda de 20,8 mil ações ordinárias.
Segundo o balanço, empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 2,8 bilhões, redução de R$ 44,9 milhões na comparação anual.
Os analistas rebaixaram o papel para neutro após forte rali e veem espaço limitado para novas altas no curto e médio prazo.
Para o BTG, a combinação entre geração de caixa recorrente e disciplina financeira reforça o potencial da Cogna.
A decisão considerou, entre outros fatores, a base acionária remanescente reduzida.
A Cogna liderou o Ibovespa com alta de 240% em 2025, o melhor ano da bolsa desde 2016. Já a Raízen teve a maior queda.
A Cogna (COGN3) lidera os ganhos do ano na bolsa, com uma alta superior a 223%.
A empresa também aprovou a distribuição de cerca de R$ 210 milhões em dividendos intermediários.
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