Caixa Seguridade (CXSE3) anuncia renúncia no Conselho de Administração; veja de quem
A empresa recebeu da sua controladora a indicação de Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto.
A Caixa Seguridade (CXSE3) vai avançar com uma eventual oferta subsequente de ações (follow-on) que pode movimentar mais de R$ 1 bilhão.
O follow-on é estudado desde março, como uma forma de a companhia se enquadrar às regras do Novo Mercado da B3, e recebeu aval da Caixa Econômica Federal nesta quarta-feira (16).
🗣️ Em comunicado, a Caixa Seguridade disse que a sua controladora "autorizou a continuidade do procedimento para eventual oferta pública secundária subsequente de ações ordinárias".
Com isso, a seguradora poderá avançar com a seleção das instituições financeiras que atuarão como coordenadoras da potencial oferta.
A Caixa destacou, no entanto, que "a efetiva realização da Potencial Oferta, assim como a definição dos seus termos e condições, estão sujeitos às condições do mercado de capitais, bem como a obtenção das aprovações necessárias, e será conduzida em conformidade com a legislação e a regulamentação aplicáveis".
Leia também: Banco estatal contrata agentes para novo IPO na B3 e mira até R$ 2 bi
📈 Com o follow-on, a Caixa Seguridade visa atingir o percentual mínimo de ações em circulação estabelecido pelas regras do Novo Mercado da B3.
A B3 exige que as companhias listadas em segmentos especiais de negociação, como o Novo Mercado, mantenham ao menos 20% de suas ações em circulação no mercado.
Contudo, a Caixa Seguridade mantém apenas 17,25% das suas ações em negociação atualmente. Os outros 82,75% seguem com a Caixa Econômica Federal.
💲Como tem um total de 3 bilhões de ações ordinárias, a seguradora deve ofertar ao menos 82,5 milhões de ações para atingir o free-float de 20%.
Logo, o follow-on pode movimentar quase R$ 1,2 bilhão se for considerado o preço de fechamento desta quarta-feira (16). As ações da Caixa Seguridade terminaram o pregão cotadas a R$ 14,29.
Há uma expectativa, no entanto, de que a Caixa venda um número ainda maior de ações, de forma a aumentar a liquidez do papel. Ainda assim, o banco estatal vai manter o controle do seu braço de seguros.
A Caixa Seguridade fez o seu IPO (oferta pública inicial) em 2021. Os papeis da seguradora estrearam na B3 cotados por R$ 9,67 e chegaram a ser negociados por mais de R$ 16 em julho deste ano. Apesar do recente recuo, acumulam valorização de aproximadamente 47% desde o IPO.
A empresa recebeu da sua controladora a indicação de Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto.
Para o banco, a Caixa Seguridade hoje ostenta uma qualidade tão superior que merece um valuation premium.
Os proventos somam mais de R$ 15 bilhões e, em alguns casos, passam de R$ 1 por ação.
O BBA projeta lucro líquido de R$ 4,3 bilhões em 2025 e R$ 4,7 bilhões em 2026 para a seguradora, avanço de 15% e 8%, respectivamente.
O conselho de administração aprovou o pagamento de dividendos intercalares no valor total de R$ 1,05 bilhão, o equivalente a R$ 0,35 por ação.
Os proventos somam mais de R$ 3,5 bilhões e chegam a R$ 2,20 por ação.
Gustavo Portela assume a presidência da seguradora após a destituição do antigo CEO.
A iniciativa, segundo ele, visa a aproximação com o mercado de capitais, ampliando a presença da instituição financeira nesse ambiente.
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