Brava Energia (BRAV3) pode prosseguir com cessão de participação no Papa-Terra
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
🚨 A Brava Energia (BRAV3) deu mais um passo em sua estratégia de otimização de portfólio ao assinar um contrato para a venda de 11 concessões onshore de óleo e gás localizadas na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte.
O consórcio comprador é formado pelas empresas Azevedo e Travassos Petróleo (AZEV4) e Petro-Victory Energy, e a transação foi fechada por US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 87,1 milhões na cotação atual).
Segundo comunicado ao mercado nesta segunda-feira (10), o pagamento será realizado de forma parcelada. No ato da assinatura do contrato, US$ 600 mil foram desembolsados.
Já no fechamento da transação, previsto para os próximos meses, será realizado o pagamento de mais US$ 2,9 milhões.
O restante do valor será quitado em três etapas futuras:
Para garantir o cumprimento desse último pagamento, foi estabelecida uma cláusula de garantia firme, um mecanismo que assegura a aquisição de bens ou serviços sem possibilidade de cancelamento ou alteração sem penalidades.
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Atualmente, as concessões negociadas possuem uma produção diária média de 250 barris de óleo equivalente.
Mesmo com a venda dos ativos, a Brava Energia seguirá envolvida no processo de transição.
Durante esse período, todo o óleo extraído será comercializado diretamente com a refinaria da companhia, e a receita gerada será descontada do valor total da transação.
Outro aspecto relevante do acordo é que a responsabilidade pelo abandono dos ativos será transferida ao consórcio comprador. A Brava Energia estimou esse custo em aproximadamente US$ 21 milhões.
De acordo com a empresa, essa decisão está alinhada com seu plano de reestruturação e busca concentrar recursos em ativos estratégicos com maior potencial de retorno ajustado ao risco.
A venda das concessões permite à companhia realocar capital de forma mais eficiente, fortalecendo seu posicionamento no setor de energia.
📊 A conclusão da transação ainda depende da aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Somente após a anuência do órgão regulador a venda será oficialmente concretizada.
O desinvestimento faz parte de uma tendência observada no mercado de óleo e gás, onde diversas empresas buscam reduzir exposição a ativos menos estratégicos e aumentar a eficiência operacional.
Com essa negociação, a Brava Energia reforça sua intenção de focar em segmentos com maior rentabilidade e perspectivas de crescimento no longo prazo.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
Caso todos os requisitos sejam atendidos, a expectativa da Brava é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.
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