Fitch rebaixa rating da Braskem (BRKM5) e levanta temor de calote
O foco está voltado para o mês de janeiro de 2026, quando a companhia terá que desembolsar aproximadamente US$ 130 milhões.
📉 A S&P Global Ratings rebaixou a nota de crédito global da Braskem (BRKM5) de BB para BB-, com perspectiva negativa, conforme informou a companhia. O comunicado destaca que a decisão da agência está ligada às incertezas que ainda pressionam os spreads do setor petroquímico e impactam a liquidez da empresa.
"A Companhia reforça o seu compromisso com a sua higidez financeira, mediante a implementação de iniciativas de resiliência para mitigar os impactos decorrentes do prolongamento do ciclo de baixa da indústria, e com o fortalecimento da competitividade da indústria química brasileira", diz o comunicado.
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O anúncio chega dias após a Fitch Rating cortar as notas de crédito em moedas estrangeiras e local da Braskem de "BB" para "BB-" e a nota nacional de “AAA(bra)” para “AA(bra)”. Os analistas afirmaram que os rebaixamentos refletem a fragilidade contínua dos indicadores de crédito, em especial após os resultados do último trimestre, que levaram à revisão das estimativas de alavancagem.
📊 “Em meio a adversas dinâmicas externas do setor, a capacidade da companhia para implementar medidas eficazes continua limitada, pois a maioria das iniciativas apresentadas até agora depende de decisões governamentais”, comentam.
Segundo a agência de rating, a liquidez da Braskem, anteriormente vista como sólida, encontra-se mais pressionada. O aumento das dificuldades para refinanciar vencimentos próximos, em especial os papéis de 2028, é apontado como um fator de risco.
O foco está voltado para o mês de janeiro de 2026, quando a companhia terá que desembolsar aproximadamente US$ 130 milhões.
A fala ocorre em meio às negociações entre a Petrobras, a Novonor e a IG4 Capital, que representa os bancos credores.
A Braskem publicou um comunicado ao mercado negando as informações sobre um suposto processo de venda.
O projeto inclui a substituição completa do atual conselho executivo.
O valor será pago em parcelas ao longo de dez anos e está sujeito à capacidade financeira da empresa.
A receita líquida atingiu R$ 17,299 bilhões, retração de 19% na base anual.
A companhia teria sinalizado a credores internacionais que apresentaria o plano até janeiro.
Nos EUA e Europa, o volume vendido recuou 1%, para 495 mil toneladas.
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