Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
O Bitcoin (BTC) terminou a semana pós-halving negociado a US$ 63.766, de acordo com a cotação observada na noite de sexta-feira (26). Isto é, com uma leve queda de 0,1% em relação ao preço registrado logo após o halving.
🪙 O halving do Bitcoin ocorreu na noite de 19 de abril. Naquele dia, a criptomoeda fechou a US$ 63.799. Depois disso, a máxima registrada pelo token foi de US$ 67.208 na segunda-feira (22), primeiro dia útil após o halving.
Os dias seguintes, contudo, foram de altas e baixas para o Bitcoin. Por isso, a criptomoeda terminou a semana pós-halving quase no mesmo preço observado depois do evento, apesar da expectativa de que a cotação disparasse.
Leia também: Qual será a cotação do Bitcoin no próximo halving, em 2028?
O resultado destoa do avanço de 11,4% registrado pelo Bitcoin na semana que sucedeu o halving de 2020. Contudo, não é o pior da história. Em 2016, a cotação da criptomoeda caiu 0,3% na semana pós-halving.
Veja como o preço do Bitcoin se comportou na semana posterior a cada halving:
📈 Na avaliação de especialistas, a volatilidade é normal em momentos significativos como o halving. Além disso, é preciso lembrar que o Bitcoin já subiu cerca de 50% em 2024 e que as incertezas sobre o cenário econômico aumentaram nas últimas semanas, o que pode deixar os juros altos por mais tempo nos Estados Unidos. A expectativa, portanto, é de que o real efeito do halving fique mais claro nos próximos meses.
O halving corta pela metade a emissão do Bitcoin a cada 210 mil blocos minerados. É um evento que acontece em média a cada quatro anos e geralmente é acompanhado por uma alta expressiva da criptomoeda. Afinal, a redução da oferta tende a elevar os preços. No ano seguinte ao halving de 2020, por exemplo, o Bitcoin teve uma valorização de 548,8%.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
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Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
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A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
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Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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