Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
🤑 O Bitcoin (BTC) voltou a animar os entusiastas das criptomoedas nesta segunda-feira (30), após ter ameaçado perder a casa dos US$ 91 mil mais cedo, e já acumula ganhos superiores a 1% nas últimas 24 horas, cotado por volta de US$ 94,3 mil.
Mas, por que será que a maior moeda virtual em valor de mercado (atualmente US$ 1,85 trilhão, conforme dados do Investidor10) ainda segue −12,8% descontada em relação à sua máxima histórica ao redor de US$ 108,2 mil atingida no último dia 17 de dezembro?
Para os analistas do BTG Pactual, a criptomoeda tem sofrido no curto prazo devido à sua crescente correlação com os investimentos mais tradicionais do mercado, como, por exemplo, ações, commodities e renda fixa.
"No entanto, deve ser considerado que a posse de Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, em 20 de janeiro de 2025, pode trazer ares mais otimistas aos mercados de risco, principalmente cripto, de modo com que o mercado provavelmente não apresentará movimentos de alta substanciais até lá", escrevem os analistas Lucas Josa, João Galhardo, Lucas Osório e Matheus Parizotto, em relatório publicado no último dia 26 de dezembro.
Em outras palavras, ainda pode demorar algumas semanas para que o Bitcoin volte a ter fôlego para superar com folga mais uma vez a barreira psicológica dos US$ 100 mil, além das demais criptomoedas (as chamadas altcoins) continuem entregando eventuais lucros exponenciais aos entusiastas mais arrojados.
Todavia, ainda existe um número mais mágico ao BTC do que os redondos US$ 100 mil no curto prazo.
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Partindo para uma análise do price action do Bitcoin, o criptoativo apresenta um importante nível de suporte técnico na região dos US$ 92.750, conforme o quarteto de especialistas do banco.
"Esse nível foi testado diversas vezes desde o final de novembro, mostrando resiliência significa ao atuar como ponto de interesse para os compradores", afirmam.
📊 Por outro lado, há também uma resistência significativa em US$ 99.300, representando o principal obstáculo para uma recuperação mais consistente do BTC.
"Caso esse nível seja rompido com volume significativo, o Bitcoin tem espaço para buscar os próximos alvos técnicos em US$ 102.400 e US$ 107.100", destacam os analistas do BTG Pactual, nível de preço que traz o BTC perto de seu ATH (All Time High - maior cotação na história, em tradução livre ao português).
Com o Bitcoin se afastando cada vez mais do seu suporte em US$ 92.750, diminuem as chances da criptomoeda engatar o movimento perigoso baixista, com o próximo nível técnico situado em torno de US$ 87.600.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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