Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚨 O mercado de criptomoedas começou a semana sob forte pressão, com o Bitcoin (BTC) registrando uma queda superior a 13% nos últimos dias.
A desvalorização ocorre em meio às novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, que reacenderam temores sobre impactos na economia global e nos ativos de risco.
No último sábado (1º), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um pacote de tarifas que afeta diretamente produtos vindos do Canadá, México e China.
A decisão gerou reações imediatas: o Canadá respondeu com tarifas de 25% sobre US$ 155 bilhões em produtos americanos, enquanto o México sinalizou medidas semelhantes.
Já a China declarou que pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC), buscando uma resolução para o impasse.
A imposição de tarifas sobre importações pode impactar a economia global ao elevar os custos de produção e, consequentemente, pressionar a inflação.
Esse cenário pode forçar bancos centrais ao redor do mundo a adotar políticas monetárias mais restritivas, como o aumento das taxas de juros, reduzindo a liquidez no mercado.
O Bitcoin e outras criptomoedas, que já vinham operando com volatilidade, sentiram imediatamente os reflexos da incerteza econômica.
Além do BTC, o Ethereum (ETH) também perdeu importantes suportes de preço, ampliando o clima de cautela entre investidores.
➡️ Leia mais: Focus: Projeção para inflação em 2025 sobe ainda mais e fica acima do teto
Embora a queda tenha sido expressiva, parte do mercado acredita que a retração pode representar uma oportunidade de compra.
Historicamente, períodos de tensão econômica global já impactaram negativamente o Bitcoin no curto prazo, mas, em momentos de incerteza sobre moedas fiduciárias, o ativo digital costuma ser visto como reserva de valor por investidores de longo prazo.
Além disso, especialistas acompanham de perto os próximos movimentos da Casa Branca e das economias afetadas pelas novas tarifas.
Caso os bancos centrais endureçam suas políticas monetárias, o impacto pode ser mais duradouro. Por outro lado, se houver flexibilização nos embates comerciais, as criptomoedas podem reagir positivamente.
📊Para os investidores, o momento exige cautela. O Bitcoin já demonstrou capacidade de recuperação após quedas abruptas, mas a volatilidade permanece alta.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?