BC define regras para que Itaú, Nubank e outros possam vender Bitcoin no Brasil
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
O Bitcoin (BTC) bateu um novo recorde na madrugada desta quinta-feira (22), ao tocar no patamar inédito dos US$ 111.878 -isto é, cerca de R$ 630 mil no câmbio atual.
🪙 O pico foi registrado em meio ao aumento do interesse de grandes investidores pelo token, além do avanço na regulação das criptomoedas nos Estados Unidos. Mas também ocorre em um dia simbólico para o setor: o Pizza Day.
O Bitcoin já vinha subindo de forma consistente nesta semana -tanto que já havia cruzado a barreira até então inédita dos US$ 109 mil na quarta-feira (21)-, impulsionado pelo aumento de liquidez no mercado cripto.
Investidores institucionais vêm elevando a exposição ao ativo, diante das incertezas que rondam a economia americana e os mercados globais. Por isso, os ETFs (fundos de índice negociados) de Bitcoin negociados nas bolsas americanas já captaram mais de US$ 3 bilhões só neste de maio.
Pequenos investidores também têm olhado cada vez mais para as criptomoedas. Tanto que o JP Morgan decidiu permitir que os seus clientes comprem Bitcoin nesta semana, apesar das críticas do seu CEO, Jamie Dimon, ao setor.
Além disso, há uma expectativa de que o Senado dos Estados Unidos vote ainda nesta semana um marco leal para os stablecoins, as criptomoedas lastreadas em ativos reais, como o dólar. Isso porque senadores republicanos conseguiram fechar um acordo com os democratas, que vinham fazendo ressalvas ao projeto.
Se aprovada no Senado, a legislação segue para a sanção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já prometeu facilitar a regulação do setor.
Trump, por sinal, vai oferecer um jantar a um grupo de aproximadamente 220 investidores que apostaram na sua memecoin, a $TRUMP, nesta quinta-feira (22).
🍕 O dia é estratégico. Afinal, os entusiastas das criptomoedas celebram hoje o Pizza Day, em alusão à primeira transação de pagamento efetuada com o Bitcoin.
Há 15 anos, o programador Laszlo Hanyec usou a criptomoeda para pagar duas pizzas. Ele entregou 10 mil unidades da hoje principal criptomoeda do mundo na compra de US$ 41, já que cada unidade de Bitcoin era negociada por 0,0041 na época. Hoje, no entanto, a mesma quantia hoje seria equivalente a mais de US$ 1 bilhão.
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O Bitcoin desacelerou depois de atingir o pico de US$ 111,8 mil. Ainda assim, segue rodando acima dos US$ 110 mil na manhã desta quinta-feira (22).
Às 8h18, por exemplo, era negociada por cerca de US$ 110,8 mil. Isto é, aproximadamente R$ 626 mil.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
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