Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
O Bitcoin (BTC) bateu mais um recorde nesta sexta-feira (11), ao superar os US$ 118 mil pela primeira vez na história.
🪙 A criptomoeda atingiu a máxima de US$ 118,8 mil por volta das 6h40. Isto é, cerca de R$ 645 mil na cotação atual.
O Bitcoin vem batendo recordes sucessivos nos últimos dias. Para se ter ideia, o token era negociado por cerca de US$ 109 mil no início desta semana, mas cruzou a barreira até então inédita dos US$ 112 mil na quarta-feira (9) e aproximou-se dos US$ 114 mil na quinta-feira (10).
Na madrugada desta sexta-feira (11), o rali continuou, impulsionado pelo incentivo do governo de Donald Trump ao setor e também pelo maior interesse dos investidores institucionais na criptomoeda.
🚀 Os ETFs de Bitcoin atraíram volumes históricos nos últimos dias e novos fundos desse tipo estão a caminho do mercado. Além disso, cada vez mais empresas vêm incluindo o token nas suas estratégias de tesouraria, a exemplo da brasileira Méliuz (CASH3).
Com isso, o Bitcoin já avança mais de 9% na semana e voltou a brigar com a Amazon (AMZO34) pelo título de quinto ativo mais valioso do mundo.
Com mais essa alta, o Bitcoin era avaliado em US$ 2,352 trilhões por volta das 8h desta sexta-feira (11), segundo o site "Companies Market Cap".
📊 O token, portanto, estava bem próximo de ultrapassar o valor de mercado da Amazon, que era avaliada em US$ 2,359 trilhões no mesmo momento.
O Bitcoin já vale mais que empresas como Alphabet (GOGL34) e Meta (M1TA34), além de ativos como a prata. Mas, caso siga quebrando recordes, pode entrar no "top 5" dos ativos mais valiosos do mundo.
Veja os 10 ativos mais valiosos do mundo às 8h desta sexta-feira (12):
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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