Ministro Flávio Dino, do STF, barra super-salários nos Três Poderes
A medida derruba o reajuste a servidores avaliado em R$ 790 milhões, aprovado no Congresso Nacional.
💰 O Banco do Brasil (BBAS3) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão avaliando a criação de uma certificadora nacional de créditos de carbono, além de uma bolsa voltada ao mercado de carbono no país.
A informação foi confirmada nesta quarta-feira (9) pela presidente do BB, Tarciana Medeiros, durante participação em um evento promovido pelo BNDES, no Rio de Janeiro.
“É importante ter uma certificadora, e Banco do Brasil e BNDES têm reputação mundial para trabalhar nisso”, declarou a executiva ao ser questionada por jornalistas.
A proposta busca atender à necessidade de infraestrutura institucional confiável para o segmento de créditos de carbono e pode representar um marco para o amadurecimento do setor no Brasil.
A criação de uma certificadora nacional tem como objetivo padronizar, validar e dar credibilidade às emissões de crédito de carbono, permitindo que o Brasil avance de forma mais estruturada no desenvolvimento de um mercado regulado de carbono.
O país já se destaca no mercado voluntário, mas ainda não possui um ambiente robusto, auditado e com liquidez consolidada.
A possível criação de uma bolsa especializada para negociação desses ativos sustentáveis também está em análise.
Com isso, a expectativa é de ampliar a transparência, segurança jurídica e atratividade para investidores, nacionais e internacionais.
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Durante sua fala, Tarciana Medeiros também reafirmou o foco do Banco do Brasil no financiamento da transição energética e em iniciativas que impulsionem o desenvolvimento sustentável.
Segundo a presidente, o banco já está ampliando sua carteira de crédito voltada a energias limpas, como eólica, solar, biomassa e hidrogênio verde, além de iniciativas ligadas diretamente aos créditos de carbono.
“A carteira de renováveis deve bater recorde neste ano, e seguimos expandindo investimentos nesse eixo estratégico para 2025”, declarou.
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Com vastas áreas preservadas, produção agrícola de baixo carbono e potencial para reflorestamento e energias limpas, o Brasil é frequentemente citado como um dos países com maior capacidade de oferta de créditos de carbono do mundo.
No entanto, para transformar esse potencial em negócios efetivos e sustentáveis, falta estrutura de verificação confiável.
📈 A iniciativa liderada por BB e BNDES pode colocar o Brasil em uma posição de destaque global no mercado regulado de carbono, contribuindo também para o cumprimento das metas climáticas estabelecidas no Acordo de Paris.
A medida derruba o reajuste a servidores avaliado em R$ 790 milhões, aprovado no Congresso Nacional.
O Banco do Brasil conquistou 3,9 milhões de clientes em 2025, superando os demais bancões.
Santander mantém cautela com o BB, por causa da situação financeira e dividendos do banco.
Com isso, o Itaú (ITUB4) tornou-se o único brasileiro no levantamento da Brand Finance.
Estatal define patamar de payout que será distribuído ao longo do ano sobre os proventos.
Segundo os analistas, o banco precisará de mais tempo para digerir as provisões contra calotes no agronegócio.
Após um 2025 movimentado, o foco agora se volta para instituições que possuem orçamentos bilionários e planos de carreira altamente atrativos.
Investidores podem financiar as operações de crédito dos bancos destinadas ao agronegócio brasileiro.
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