Céu é o limite? Ação cresce 100% no ano e vira queridinha da XP Investimentos
Estratégia de gás flexível e leilões de capacidade mostram que ainda há espaço para crescer e impulsionam recomendação de compra.
💲 A Eneva (ENEV3), empresa brasileira do setor de energia, anunciou nesta quinta-feira (29) um importante avanço em seus projetos de expansão com a assinatura de um contrato de financiamento de R$ 1 bilhão com o Banco do Brasil (BBAS3).
O montante será destinado à construção das usinas termelétricas Azulão II e Azulão IV, localizadas na Amazônia.
O financiamento, que contará com recursos provenientes do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), apresenta condições atrativas, com uma taxa de custo atrelada ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 3,68% ao ano.
O prazo de vigência do contrato é de 18 anos, incluindo um período de carência de quatro anos tanto para o principal quanto para os juros. O vencimento final do acordo está estipulado para 1º de julho de 2042.
Com este novo aporte, a Eneva consolida um total de R$ 2,02 bilhões contratados para o ambicioso projeto “Azulão 950 MW”, que inclui a construção das duas usinas termelétricas.
O custo médio ponderado do financiamento obtido até o momento é de IPCA + 3,67% ao ano, demonstrando o compromisso da empresa em otimizar suas operações financeiras e garantir a viabilidade econômica de seus projetos de expansão na região amazônica.
📈 Este avanço faz parte da estratégia da Eneva de reforçar sua presença no setor de geração de energia térmica no Brasil, especialmente em áreas que demandam infraestrutura robusta e investimentos significativos, como a Amazônia.
A companhia segue focada em diversificar sua matriz energética e contribuir para o desenvolvimento sustentável da região.
Estratégia de gás flexível e leilões de capacidade mostram que ainda há espaço para crescer e impulsionam recomendação de compra.
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Segundo o Itaú BBA, a Eneva pode registrar salto de 500% no lucro no 3T25, enquanto a Cemig pode apresentar uma queda de até 75%.
O despacho termelétrico das usinas a gás próprio chegou a 74% no Complexo Parnaíba.
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Além da novidade regulatória, a Eneva anunciou a aprovação de um programa de recompra de até 50 milhões de ações.
Após falha em outubro, companhia precisou trocar a tubulação que abastece a usina Porto de Sergipe I.
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