BRB (BSLI4) cobra dívida de R$ 799 mil de ex-presidente investigado no caso Master
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, disse nesta sexta-feira (5) que o Banco Master não representa uma ameaça à saúde do sistema financeiro brasileiro.
🗣️ "Jamais. O sistema brasileiro é absolutamente hígido do ponto de vista de estabilidade. É um dos mais seguros, hígidos e solventes do mundo", afirmou Galípolo.
O BC barrou a compra do Banco Master pelo BRB (BSLI4) na última quarta-feira (3). Inicialmente, o BRB indicou que poderia recorrer da decisão. Contudo, parece já ter desistido da ideia, segundo "O Estadão".
Com isso, o mercado especula qual será o futuro do Master. Entre as alternativas apontadas, estão a venda de ativos para outros parceiros ou até uma intervenção do BC. A intervenção é citada devido à alavancagem da instituição.
💲 O Master ficou conhecido por emitir CDBs (Certificados de Depósito Bancário) com taxas bem superiores ao praticado no mercado, chegando até a 150% do CDI em algumas situações. Contudo, aplicou boa parte dos recursos obtidos com esses títulos em ativos de baixa liquidez, como precatórios e direitos creditórios.
A estratégia é considerada arriscada pelo mercado. Por isso, há dúvidas no mercado sobre a capacidade financeira da instituição.
Galípolo garantiu, por sua vez, que "não há qualquer tipo de ameaça ao sistema" e que o sistema tem reservas de liquidez "abundantes", caso seja necessário.
Leia também: O que acontece com o Banco Master após BC barrar acordo com BRB (BSLI4)?
🏦 O presidente do BC evitou dar detalhes do que motivou a decisão da autoridade monetária de negar a compra do Master pelo BRB.
Ele explicou que as informações das instituições são protegidas pelo sigilo bancário. Contudo, garantiu que a decisão do BC foi tomada de forma colegiada e técnica.
"Votos, aprovações ou não de fusões e aquisições são bastante cotidianos na rotina da diretoria do Banco Central, sempre apoiados pelos diretores que vão estar embasando tecnicamente", concluiu Galípolo.
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
FII deve reunir 9 imóveis avaliados em US$ 6,5 bi, que devem ser cedidos pelo Distrito Federal.
O aumento de capital também prevê uma subscrição mínima de R$ 529 milhões.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
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