Ouro dispara +3% e revigora ETFs temáticos e ações da Aura Minerals; veja motivo
Apostas sobre o fim próximo da guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã favorecem metal precioso.
📈 A Aura Minerals (AURA33) reportou uma produção total de 64.326 onças equivalentes de ouro (GEO) no segundo trimestre de 2024 (2T24), o que representa uma queda de 6% em relação ao primeiro trimestre deste ano, mas um aumento de 33% em comparação com o mesmo período de 2023.
De acordo com a empresa, a Minosa se destacou ao alcançar uma produção estável de aproximadamente 19 mil GEO no trimestre, após cinco aumentos consecutivos de produção trimestral graças a melhorias operacionais implementadas em 2023.
Na unidade de Aranzazu, a produção foi de 24.692 GEO, uma redução de 4% em comparação ao 1T24 e uma leve queda de 1% em relação ao 2T23, considerando os preços constantes.
Em Apoena (EPP), a produção atingiu 9.912 GEO, uma diminuição de 18% em relação ao primeiro trimestre de 2024.
No entanto, houve um significativo aumento de 43% em comparação ao segundo trimestre do ano passado, impulsionado por teores mais altos.
A unidade de Almas produziu 10.580 GEO, uma queda de 11% em relação ao trimestre anterior, devido a uma mudança de contratista realizada durante o período.
📊 No acumulado do primeiro semestre de 2024, a produção total da Aura foi de 132.513 GEO, posicionando-se dentro das expectativas da empresa para alcançar a meta de produção anual, que varia entre 244.000 e 292.000 GEO.
Apostas sobre o fim próximo da guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã favorecem metal precioso.
O pagamento está previsto para ocorrer até 26 de março de 2026, em reais.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
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