Ouro e prata voltam a brilhar e seus ETFs disparam até 7%
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
📈 A Aura Minerals (AURA33) reportou uma produção total de 64.326 onças equivalentes de ouro (GEO) no segundo trimestre de 2024 (2T24), o que representa uma queda de 6% em relação ao primeiro trimestre deste ano, mas um aumento de 33% em comparação com o mesmo período de 2023.
De acordo com a empresa, a Minosa se destacou ao alcançar uma produção estável de aproximadamente 19 mil GEO no trimestre, após cinco aumentos consecutivos de produção trimestral graças a melhorias operacionais implementadas em 2023.
Na unidade de Aranzazu, a produção foi de 24.692 GEO, uma redução de 4% em comparação ao 1T24 e uma leve queda de 1% em relação ao 2T23, considerando os preços constantes.
Em Apoena (EPP), a produção atingiu 9.912 GEO, uma diminuição de 18% em relação ao primeiro trimestre de 2024.
No entanto, houve um significativo aumento de 43% em comparação ao segundo trimestre do ano passado, impulsionado por teores mais altos.
A unidade de Almas produziu 10.580 GEO, uma queda de 11% em relação ao trimestre anterior, devido a uma mudança de contratista realizada durante o período.
📊 No acumulado do primeiro semestre de 2024, a produção total da Aura foi de 132.513 GEO, posicionando-se dentro das expectativas da empresa para alcançar a meta de produção anual, que varia entre 244.000 e 292.000 GEO.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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