Ouro e prata voltam a brilhar e seus ETFs disparam até 7%
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
🚨 A Aura Minerals (AURA33) anunciou na última quinta-feira (3), um investimento estratégico que reforça ainda mais sua posição na Altamira Gold.
Por meio de uma colocação privada, a empresa adquiriu 6 milhões de Units da Altamira ao preço de C$0,10 por Unit — equivalente a C$600 mil, ou aproximadamente R$2,932 milhões.
Cada Unit é composta por uma ação ordinária e meio warrant, com preço de exercício de C$0,15, válido até junho de 2025.
Após o aporte, a Aura passa a deter 30 milhões de ações e 27 milhões de warrants, mantendo cerca de 11,3% de participação acionária em base não diluída.
Em base diluída, com todos os warrants exercidos, sua fatia alcança 19,5%. A aquisição foi designada como investimento financeiro, com a possibilidade de ajustes futuros conforme as condições de mercado.
A Aura também divulgou os dados preliminares de produção do segundo trimestre de 2025 (2T25):
Os destaques por mina ficaram na seguinte sequência:
A empresa mantém como meta a declaração de produção comercial em Borborema até o fim do 3T25.
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Com este aporte, a Aura reforça seu compromisso com o crescimento na América Latina e com operações no setor de mineração de ouro.
A posição elevada na Altamira — especialmente em base diluída — oferece à companhia influência significativa no futuro da mineradora.
📊 Além disso, a performance operacional robusta da Aurametais, com crescimento consolidado e perspectivas de expansão em Borborema, sustenta a narrativa de uma estratégia bem alinhada entre participação acionária e gestão produtiva.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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