Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais somou R$ 172,78 bilhões em agosto. O resultado é 4,14% menor que o registrado no mesmo período de 2022 e representa a terceira queda real consecutiva da arrecadação do governo federal.
Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (21/09) pela Receita Federal, a arrecadação também está no vermelho no acumulado do ano. De janeiro a agosto, o Executivo arrecadou R$ 1,51 trilhão. O resultado representa uma queda real (descontada a inflação) de 0,83% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em agosto, o baque da arrecadação foi puxado principalmente pelo desempenho do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), que, juntos, recuaram 23,3% no mês. A Receita também registrou quedas expressivas na arrecadação do imposto de importação e do Imposto de Renda dos residentes no exterior.
Chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, o auditor-fiscal Claudemir Malaquias disse que a redução é um reflexo dos preços das commodities e do câmbio, que atingiram patamares superiores em 2022. "O setor de commodities foi responsável por puxar a arrecadação para cima no ano anterior e, até o final do ano, não deve ter o mesmo desempenho", afirmou.
Ele também disse, contudo, que, mesmo caindo em relação a 2022, o nível arrecadatório de setores como o de combustíveis, metalurgia e extração de minerais metálicos está em um patamar superior ao registrado antes da pandemia de covid-19. "Na comparação, vai ter um decréscimo. Não obstante, tem indicadores macroeconômicos que demonstram resiliência da economia, como PIB, venda de bens e serviços", pontuou.
A arrecadação tributária é uma peça chave da promessa do governo federal de zerar o déficit das contas públicas em 2024. O Executivo já disse que precisará elevar a arrecadação em R$ 168 bilhões no ano que vem para cumprir o prometido. Por isso, tem apostado em projetos que elevam o potencial arrecadatório, como a taxação dos fundos exclusivos e das offshores.
Especialistas dizem, no entanto, que o rombo pode ser maior caso a arrecadação continue em queda, o que pode levar o governo a também ter que cortar despesas. O assunto está sendo discutido junto ao Congresso Nacional na elaboração do Orçamento de 2024.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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