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👨⚖️ A juíza Finola O'Farrel, do Tribunal de Tecnologia e Construção, em Londres, atendeu ao pedido da Vale (VALE3) para adiar em três semanas o julgamento do caso Mariana. Com isso, o julgamento que aconteceria em 11 semanas, ocorrerá daqui a 14 semanas. As informações são do jornal "Valor Econômico".
💂 A Justiça da Inglaterra tinha audiência marcada para a última quarta-feira (31), para tratar sobre a ação coletiva movida contra o Grupo BHP Austrália e Grupo BHP Reino Unido por prejuízos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Minas Gerais, em 2015.
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Cerca de 700 mil vítimas, representadas pelo escritório Pogust Goodhead, solicitam indenizações no valor de R$ 230 bilhões por danos coletivos.
No dia 5 de novembro de 2015, houve o rompimento da barragem de Mariana, Minas Gerais. A barragem pertencia à Samarco, joint venture formada por Vale e BHP.
A Vale entrou na ação de colaboração da BHP, que dividia a responsabilidade e os custos do caso, se as empresas fossem condenadas pelo rompimento da estrtura.
A BHP informou que continuará com sua defesa no processo e “refuta integralmente os pedidos formulados na ação ajuizada na Inglaterra, que é desnecessária por duplicar questões já cobertas pelo trabalho de reparação em andamento, sob a supervisão dos tribunais brasileiros, e objeto de processos judiciais em curso, no Brasil”.
A BHP também destacou que trabalha junto à Samarco e Vale para apoiar a reparação que já está em andamento.
A Fundação Renova, criada pelas três companhias para gerir ações de reparação e pagar indenizações, já desembolsou mais de R$ 34 bilhões para reparar danos. Além disso, mais de 185 mil autores no processo inglês já receberam pagamentos no Brasil.
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