Vale (VALE3): CEO diz que vendas de minério ao Oriente Médio deve atingir 67 mi de toneladas

Ele também destacou que o Brasil supera os EUA na produção de hidrogênio verde.

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Publicado em 13/06/2024 às 14:44h - Atualizado 1 mês atrás Publicado em 13/06/2024 às 14:44h Atualizado 1 mês atrás por Elanny Vlaxio
Bartolomeo ressaltou a competitividade energética do Brasil e do Oriente Médio  (Shutterstock)
Bartolomeo ressaltou a competitividade energética do Brasil e do Oriente Médio (Shutterstock)

O Oriente Médio se configura como um mercado promissor para a Vale (VALE3), com potencial para alcançar 67 milhões de toneladas em vendas de minério de ferro e aglomerados, segundo projeções do CEO da empresa, Eduardo Bartolomeo. As vendas já somam 27 milhões de toneladas.

⚡No Invest in Dignity, evento do FII Institute no Rio de Janeiro, Bartolomeo ressaltou a competitividade energética do Brasil e do Oriente Médio como alternativas aos combustíveis fósseis. Ele também comentou sobre a relevância da região no contexto da transição energética e dos negócios com metais críticos. 

Leia também: Vale (VALE3) confirma nova proposta de R$ 140 bi para acordo de reparação em Mariana

Além disso, o CEO da Vale citou que os Estados Unidos possuem gás natural competitivo na produção de hidrogênio, mas que o Brasil sai na frente por causa da sua matriz elétrica superior. Já sobre a China, Bartolomeo destacou o crescimento contínuo das manufaturas e a alta demanda por minério de ferro. 

💲A declaração chega um dia após a mineradora apresentar uma nova proposta de R$ 140 bilhões por danos causados pelo rompimento da barragem em Mariana, em 2015. "Os valores da nova proposta são para 100%, o que inclui uma contribuição de 50% da BHP Brasil e da Vale como devedores secundários, caso a Samarco não possa financiar como devedor primário".

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