Vivo (VIVT3) confirma novo pagamento de JCP em 2025; veja quem recebe
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
A Telefônica Vivo (VIVT3) vai reduzir o seu capital em R$ 1,5 bilhão e devolver esse dinheiro aos seus acionistas. A operação renderá um pagamento aproximado de R$ 0,90 por ação ordinária de emissão da companhia.
📞 A redução de capital foi proposta pela Telefônica Vivo em novembro de 2023 e aprovada pelos acionistas da companhia em assembleia realizada na terça-feira (23).
A operação se dará sem o cancelamento de ações. O capital social da companhia passará de R$ 63,571 bilhões para R$ 62,071 bilhões, mas o número de ações e o percentual de participação dos acionistas serão mantidos.
💰 A Telefônica Vivo vai restituir o R$ 1,5 bilhão aos acionistas e nesta quarta-feira (24) informou que a operação renderá R$ 0,90766944153 por ação ordinária de emissão da companhia.
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O valor da restituição leva em conta o número de ações que estão em circulação atualmente. Por isso, pode sofrer alterações, em razão do programa de recompra de ações da companhia.
📆 Terão direito à restituição de aproximadamente R$ 0,90 os acionistas que estiverem registrados no próximo dia 10 de abril. Depois dessa data, as ações da companhia serão consideradas ex-direitos da restituição.
Segundo a Telefônica Vivo, os recursos decorrentes da redução de capital serão pagos aos acionistas em parcela única, até o dia 31 de julho de 2024. A data exata de pagamento será definida individualmente, de acordo com a participação de cada acionista.
Ainda de acordo com a companhia, a redução de capital terá validade depois de um prazo de 60 dias, em que os credores podem se opor à medida.
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Empresa manterá serviço apenas em cidades sem concorrência, conforme acordo fechado com a Anatel.
A medida segue a diretriz adotada no ano passado, quando o conselho aprovou outra redução de capital no valor de R$ 2 bilhões.
O montante representa R$ 0,23438598401 por ação, segundo documento da empresa.
O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026, em data a ser definida posteriormente pela diretoria.
A medida faz parte de uma reorganização societária e operacional que busca simplificar estruturas.
Os números vieram acima das expectativas de analistas consultados pela LSEG, que projetavam um lucro de R$ 1,7 bilhão.
A fatia era detida pelo fundo La Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), que dividia o controle da Fibrasil com a Vivo.
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