Vivo (VIVT3) confirma novo pagamento de JCP em 2025; veja quem recebe
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
💲 A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou, nesta terça-feira (01), que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no montante bruto de R$ 240 milhões.
O pagamento será realizado com base no balanço patrimonial da companhia referente ao dia 28 de fevereiro de 2025.
O valor bruto por ação foi estabelecido em R$ 0,1480. Contudo, após a retenção do Imposto de Renda na fonte, aplicada à alíquota de 15%, o montante líquido por ação será de R$ 0,1258 — um desconto de R$ 0,0222 referente ao imposto recolhido.
Terão direito ao recebimento do JCP os acionistas que possuírem ações da Telefônica Brasil até o fim do pregão de 11 de abril de 2025.
A partir do dia seguinte, as ações serão negociadas na Bolsa como "ex-juros", o que significa que novos compradores não terão direito a este pagamento específico.
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Conforme disposto no Estatuto Social da companhia, o montante distribuído será imputado ao dividendo obrigatório referente ao exercício social que se encerrará em 31 de dezembro de 2025.
A decisão ainda está sujeita à aprovação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, prevista para ocorrer em 2026.
O crédito será feito de forma individualizada para cada acionista, considerando os registros da empresa.
💰 Apesar de a companhia ter informado que o pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026, a data exata ainda será determinada pela Diretoria da Telefônica Brasil.
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Empresa manterá serviço apenas em cidades sem concorrência, conforme acordo fechado com a Anatel.
A medida segue a diretriz adotada no ano passado, quando o conselho aprovou outra redução de capital no valor de R$ 2 bilhões.
O montante representa R$ 0,23438598401 por ação, segundo documento da empresa.
O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026, em data a ser definida posteriormente pela diretoria.
A medida faz parte de uma reorganização societária e operacional que busca simplificar estruturas.
Os números vieram acima das expectativas de analistas consultados pela LSEG, que projetavam um lucro de R$ 1,7 bilhão.
A fatia era detida pelo fundo La Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), que dividia o controle da Fibrasil com a Vivo.
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