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Se tem uma coisa que não era esperada nesta terça-feira (9) é que as taxas do Tesouro Direto registrassem forte queda, sobretudo, no longuíssimo prazo, destravando lucros com marcação a mercado para quem já estava posicionado em juro composto maior que o atual.
É claro que, se o investidor apenas olhar para o quanto a renda fixa do governo brasileiro está pagando no curto prazo, a percepção é oposta: taxas maiores. Um bom exemplo é o Tesouro Prefixado 2028, cuja remuneração saltou de 13,18% ao ano na última sexta-feira para os atuais 13,27% ao ano.
Afinal de contas, as pressões políticas sobre as taxas no Tesouro Direto voltaram com tudo hoje, dada a retomada do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, um título público foi bem na contramão.
Isso porque as taxas do Tesouro IPCA+ 2050 recuaram de IPCA+ 7,10% ao ano na última sexta-feira para os atuais IPCA+ 7,06% ao ano, o segundo menor patamar desde o início de setembro. Em compensação, o preço unitário do título indexado à inflação avançou de R$ 828,65 para R$ 836,94, respectivamente.
Ou seja, enquanto quem está comprado no Tesouro Prefixado 2028 viu o seu dinheiro ser marcado com perdas no período, o Tesouro IPCA+ 2050 registrou lucro de +1% na marcação a mercado.
Chama ainda mais atenção essa volatilidade no Tesouro Direto o fato de não ter tido respaldo na renda fixa americana. Visto que os títulos do governo dos Estados Unidos com vencimento em 30 anos viram suas taxas subirem 3 pontos-base para o patamar de Dólar+ 4,72% ao ano, diante da espera de dados de inflação ao produtor americano em agosto.
Inclusive, essa subida das taxas dos títulos do governo americano derrubou nesta terça-feira (5) o preço das cotas dos principais ETFs de renda fixa em dólar na bolsa americana, como listados a seguir:
Acompanhe a seguir os preços e as rentabilidades dos títulos públicos no Tesouro Direto na tarde do dia 9 de setembro de 2025:
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