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As taxas oferecidas no Tesouro Direto nesta segunda-feira (28) rondavam as máximas nos últimos 30 dias, em especial os juros compostos pagos pelos Tesouro IPCA+ 2040 e Tesouro IPCA+ 2050, cujos juros reais continuavam acima de 7% ao ano.
Embora um dos grandes temas nesta semana ainda seja a Super Quarta, dia em que o mercado terá cravada a sua manutenção de juros tanto no Brasil, com a taxa Selic a 15% ao ano, quanto nos Estados Unidos, com a banda oscilando entre 4,25% e 4,50% ao ano, os investidores de renda fixa também monitoram a aproximação do tarifaço.
Isso porque, a partir do próximo dia 1º de agosto (sexta-feira), começa a valer a alíquota de 50% sobre as exportações do Brasil destinadas aos Estados Unidos, conforme o anúncio de Donald Trump.
Tamanha incerteza econômica não só pressiona as taxas subirem no Tesouro Direto, como forma de compensar os investidores dispostos a financiar o governo brasileiro, como também explicam o crescimento da dívida pública em junho, que já se aproxima de R$ 8 trilhões.
Contudo, os juros compostos não estão subindo nos títulos de curto prazo, pelo contrário, as taxas caem e os preços unitários se valorizam na marcação a mercado, caso do Tesouro Prefixado 2028, cuja rentabilidade caiu de 13,73% ao ano no último dia 18 de julho para os atuais 13,54% ao ano.
Ao mesmo tempo, o mercado cortou pela 9ª vez consecutiva a expectativa de inflação para 2025, trazendo o IPCA para 5,09% no acumulado do ano, conforme o mais recente boletim Focus. Isso sugere que a Selic em 15% ao ano poderá cair mais cedo ao longo de 2026.
Acompanhe a seguir os preços e as rentabilidades dos títulos públicos no Tesouro Direto na tarde do dia 28 de julho de 2025:
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