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A maioria das taxas oferecidas no Tesouro Direto encontrava-se menor nesta quinta-feira (26), com exceção apenas do Tesouro IPCA+ 2050, cujos juros compostos seguiam crescentes, apesar de o IPCA-15 em junho ter saído melhor que a encomenda.
A prévia da inflação oficial brasileira, medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), desacelerou para 0,26%, ficando abaixo dos 0,36% observados em maio e dos 0,30% esperados pelo mercado. Logo, o acumulado em 12 meses caiu de 5,40% para 5,27%.
Com os dados oficiais indicando que o aumento generalizado de preços no Brasil está perdendo força, ao mesmo tempo, cai o prêmio de risco pago pela renda fixa do governo, já que juros compostos tão elevados não faria sentido se o Banco Central começaria a ver espaço para cortar a taxa Selic do atual patamar de 15% ao ano.
Entretanto, a queda das taxas no Tesouro Direto se restringiu apenas sobre os títulos públicos com vencimentos curtos e intermediários. Como dito, o Tesouro IPCA+ 2050 viu, na verdade, a sua remuneração subir de IPCA+ 6,93% ao ano na véspera para os atuais IPCA+ 6,94% ao ano.
Ou seja, quem está disposto a emprestar o seu dinheiro ao governo brasileiro pelos próximos 25 anos ainda exige um prêmio de risco considerável, taxas que dispararam de uma mínima de IPCA+ 6,83% ao ano nos últimos dias, com o mercado repercutindo a derrota do decreto presidencial do IOF no Congresso nacional.
Ao mesmo tempo, o governo Lula se vê encurralado a procurar outras formas de compensar o aumento de arrecadação que tentava com o IOF, e é justamente isso que pode pesar nas taxas do Tesouro Direto. Conforme apuração do Investidor10, existem ao menos três alternativas para o Poder Executivo.
Acompanhe a seguir os preços e as rentabilidades dos títulos públicos no Tesouro Direto na tarde do dia 26 de junho de 2025:
Títulos pós-fixados
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