Rede social dos influenciadores passa de 50 milhões de usuários

Linktree vai lançar serviço de vitrine com comissão

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Publicado em 22/05/2024 às 18:18h - Atualizado 30 dias atrás Publicado em 22/05/2024 às 18:18h Atualizado 30 dias atrás por Wesley Santana

É só acessar a página de qualquer criador de conteúdo que lá estará um link para a rede social Linktree. Ela funciona como um agregador de perfis, em que se pode direcionador um seguidor para todos os seus produtos.

Nesta quarta-feira (22), os fundadores da companhia disseram que ela ultrapassou a marca de 50 milhões de usuários em todo o mundo. Esse número representa um salto rápido e volumoso em relação aos menos de 3 milhões de cadastros que tinha antes da pandemia de coronavírus.

"É surpreendente ver a escala que alcançamos, agora capacitando mais de 50 milhões de Linkers com um espaço que eles possuem, para crescer e monetizar", disse o cofundador e CEO da Linktree, Alex Zaccaria, em entrevista ao site norte-americano TechCrunch. Seus principais concorrentes são o Later (com 7 milhões de usuários) e Beacons (com 2 milhões).

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Agora, a empresa planeja ir além e está lançando um serviço de comércio digital, em que o influenciador recebe uma comissão de até 15% sobre as vendas. Segundo Zaccaria, a versão beta já está no ar e, até o fim do ano, todos poderão participar do programa.

Neste primeiro momento, a rede social já fechou parceria com grandes empresas do mundo como Adidas, Sephora e New Balance. A partir desses contratos, os influenciadores podem destacar alguns produtos em suas vitrines e receber por isso.

"O objetivo do programa é turbinar a atividade de social commerce orgânico que estamos vendo na plataforma, tornando isso mais fácil para Linkers e marcas", disse Lara Cohen, vice-presidente de desenvolvimento de marca da Linktree. "Estimamos que a Linkers já está gerando mais de US$ 6 bilhões em valor bruto de mercadoria por meio de seus Linktrees.

Segundo um levantamento da Accenture, o mercado de social media deve alcançar o recorde de US$ 1,2 trilhões já no próximo ano. Essa alta deve ser impulsionada, sobretudo, pelas gerações Z e Millennial.