Qual é a cotação do dólar nesta terça-feira (21)?
Na outra ponta, o Ibovespa futuro caía 0,22%.

Após fechar a última segunda-feira (20) em R$ 6,04, a cotação do dólar iniciou a sessão desta terça-feira (21) com uma valorização de 0,34%, atingindo R$ 6,0625. Hoje, o mercado financeiro ainda repercute a posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano). Na outra ponta, o Ibovespa futuro abriu em queda de 0,22%.
💸 Os preços do petróleo apresentaram queda nesta manhã, com o barril de WTI recuando 2,60% e o Brent, 1,83%, por volta das 9h05 (horário de Brasília). Em contrapartida, os ADRs da Vale (VALE3) registraram alta de 0,55%, impulsionados pela valorização do minério de ferro. Por outro lado, os ADRs da Petrobras (PETR4) apresentaram queda de 0,44%.
"No dia de hoje, observamos um fortalecimento do dólar frente a moedas globais, especialmente em relação ao dólar canadense e ao peso mexicano, em função da tarifa de 25% que será imposta às importações desses países a partir de 1º de fevereiro. Além disso, temos a queda do preço do petróleo, como resposta às políticas de Trump, que devem aumentar a produção e a oferta global", avaliou Rodolpho Damasco, sócio e head do Private Offshore da Nomos Investimento.
O que também pode mexer com o mercado na semana
A divulgação dos resultados financeiros da 3M, United Airlines e Netflix, nesta terça-feira, marca a continuidade da temporada de balanços nos Estados Unidos. No Brasil, a agenda econômica está mais tranquila, com poucas divulgações de indicadores. A atenção dos investidores se concentra na reunião ministerial realizada por Lula na véspera.
📅 Após o feriado nos Estados Unidos, na segunda-feira (20), os investidores voltam suas atenções para os dados de Pedidos Semanais por Seguro-Desemprego, Índice Michigan de Percepção do Consumidor e Vendas de Casas Usadas.
Na quinta-feira, a Receita Federal divulgará os dados da arrecadação do mês de dezembro, enquanto o CMN (Conselho Monetário Nacional) se reunirá para discutir a política monetária. Já na sexta-feira, o mercado acompanhará de perto o Índice de Confiança do Consumidor de janeiro, que pode sinalizar as perspectivas de consumo para os próximos meses.

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