Dividendos da Petrobras (PETR4) podem decepcionar no 4T25, alerta BTG
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
💲 A Petrobras (PETR4) está de volta ao centro das atenções no cenário financeiro global, reafirmando sua posição como uma das maiores pagadoras de dividendos do mundo.
Segundo um levantamento da renomada gestora Janus Henderson, a gigante brasileira do petróleo conquistou a 14ª posição no ranking das 20 empresas que mais recompensaram seus acionistas em 2024, um feito notável que coloca a companhia em destaque no mercado internacional.
No competitivo setor de petróleo e gás, a Petrobras não se intimidou e alcançou o 4º lugar, ficando atrás apenas das poderosas ExxonMobil e Chevron, dos Estados Unidos, e da chinesa PetroChina.
O desempenho demonstra a força e a resiliência da empresa brasileira mesmo em um cenário global desafiador.
O retorno triunfante da Petrobras ao topo do ranking é resultado direto de sua política de distribuição de proventos, que totalizou R$ 75,8 bilhões no último ano.
Desse montante, R$ 73,9 bilhões foram distribuídos na forma de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), enquanto R$ 1,9 bilhão foi destinado à recompra de ações.
A trajetória da Petrobras no ranking da Janus Henderson é marcada por altos e baixos.
Após um corte significativo de R$ 50 bilhões em proventos em 2023, a empresa ficou de fora da lista das maiores pagadoras de dividendos.
No entanto, a recuperação foi rápida, com a Petrobras voltando a figurar no ranking já em 2024, superando as expectativas do mercado.
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Apesar do sucesso da Petrobras, o levantamento da Janus Henderson revela que o Brasil registrou uma queda de 9% nos dividendos pagos em 2024, quando convertidos para dólares.
Esse resultado negativo foi influenciado, em grande parte, pela Vale (VALE3), que acompanhou a tendência de menor distribuição de proventos observada no setor de mineração em todo o mundo.
📊 A volta da Petrobras ao topo do ranking das maiores pagadoras de dividendos do mundo é um marco importante para a empresa e para o mercado financeiro brasileiro.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
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