Petrobras (PETR4) paga proventos nesta 6ª; veja quem recebe
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
🚨 Os funcionários da Petrobras (PETR4) decidiram cruzar os braços por 24 horas no dia 26 de março, isto é, na próxima quarta-feira.
A paralisação, aprovada em assembleias organizadas pela FUP (Federação Única dos Petroleiros), tem caráter de advertência e traz à tona uma série de insatisfações trabalhistas acumuladas entre os colaboradores da estatal.
Entre os principais pontos de tensão está a proposta da companhia de alterar o modelo atual de teletrabalho nas áreas administrativas.
Atualmente, os funcionários desses setores trabalham presencialmente dois dias por semana.
A Petrobras, no entanto, planeja ampliar esse período para três dias, a partir de 7 de abril —decisão que, segundo a FUP, não foi negociada com os sindicatos.
A mudança no regime presencial é apenas uma das pautas que motivaram o movimento.
Os trabalhadores também protestam contra a redução na remuneração variável, cobram a recomposição dos quadros de pessoal e exigem melhorias na segurança operacional em todas as unidades do Sistema Petrobras, incluindo empresas terceirizadas e períodos de manutenção.
Para os petroleiros, o movimento é uma resposta direta ao que chamam de "esvaziamento dos espaços de negociação coletiva" por parte da atual gestão da empresa.
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Em comunicado, a FUP afirmou que a direção da Petrobras tem adotado uma postura que ignora o princípio do diálogo com os representantes dos trabalhadores, tornando inviável qualquer construção conjunta sobre questões laborais sensíveis.
Apesar da greve, é esperado que a estatal ative suas tradicionais equipes de contingência, como costuma ocorrer em situações semelhantes.
A estratégia visa mitigar impactos operacionais, sobretudo em paralisações de curta duração, como é o caso da mobilização prevista.
📈 Embora a greve seja pontual e de curta duração, o movimento pode servir como termômetro do clima interno na Petrobras.
Tensões trabalhistas, especialmente em empresas estratégicas e de grande porte, como a petroleira estatal, costumam gerar preocupação entre investidores, ainda que os efeitos práticos da paralisação sejam limitados no curto prazo.
Por ora, não há indicação de que o abastecimento ou operações críticas serão comprometidas.
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
A alta levou o índice ao segundo maior fechamento da história, atrás apenas do registrado em 11 de fevereiro.
EUA já liberaram cinco multinacionais a retomar a exploração de petróleo na Venezuela.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
Para analistas, baixa do petróleo e alta dos investimentos devem pressionar proventos.
A estatal produziu 3,109 milhões de boe/d no 4T25, volume praticamente estável ante o trimestre anterior, com recuo de 1,1%.
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