Petrobras (PETR4): ANP trava perfuração na Foz do Amazonas e exige explicações
A ANP condicionou a retomada das atividades à prestação de esclarecimentos detalhados sobre o vazamento de fluido sintético.
A Petrobras (PETR4) colocou neste sábado (24) mais um navio-plataforma em operação no pré-sal.
⛽ O FPSO Alexandre de Gusmão iniciou suas atividades no campo de Mero, bloco de Libra, na Bacia de Santos, mais de dois meses antes do previsto no plano de negócios da estatal.
Segundo a Petrobras, o navio-plataforma tem capacidade para produzir 180 mil barris de óleo por dia, além de comprimir e reinjetar 12 milhões de metros cúbicos de gás diários.
Com isso, a capacidade de produção instalada da companhia no campo de Mero terá um aumento de 31%, chegando a 770 mil barris diários.
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Em nota, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, disse que "a entrada em operação de mais um FPSO é estratégica e representa o esforço da companhia em antecipar as entregas dos novos sistemas de produção, de forma sustentável e inovadora, contribuindo de forma decisiva para os resultados da Petrobras”.
Esta é a quinta plataforma que a Petrobras coloca em operação no campo de Mero. A estatal opera no campo em parceria com Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A (3,5%).
A ANP condicionou a retomada das atividades à prestação de esclarecimentos detalhados sobre o vazamento de fluido sintético.
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