Após aval da ANP, Petrobras (PETR4) prepara volta à Margem Equatorial
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
📊 A Petrobras (PETR4) está próxima de firmar um acordo crucial com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que poderá destravar o desenvolvimento de um dos campos de petróleo mais importantes do Brasil.
A revitalização do campo de Tupi, localizado na Bacia de Santos, é central para a estratégia da estatal de manter sua posição de destaque no cenário energético global.
Sylvia dos Anjos, diretora executiva de exploração e produção da Petrobras, afirmou que a resolução de uma disputa tributária com a ANP é fundamental para permitir a perfuração de novos poços e a realização de pesquisas sísmicas no campo, considerado um dos maiores trunfos da estatal.
“Tupi é a nossa ‘vaca leiteira’, e vamos buscar maximizar seu potencial,” destacou Anjos em recente entrevista.
A Petrobras avalia a instalação de uma nova plataforma do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading), que pode custar até US$ 4 bilhões, visando ampliar a capacidade de produção da região.
Esse movimento seria essencial para conter o declínio natural da produção de Tupi, que foi o primeiro campo do pré-sal brasileiro a entrar em operação e, em 2023, continuou a superar a produção de países como Colômbia, Venezuela e Reino Unido.
Tupi desempenha um papel fundamental na economia brasileira, sendo responsável por uma parcela significativa das receitas geradas pela produção de petróleo no país.
A importância desse campo se reflete no impacto que sua exploração gerou desde a sua descoberta, quando o Brasil se consolidou como um dos maiores produtores globais de petróleo na última década.
Em agosto de 2024, após a conclusão de uma manutenção em uma das plataformas, a produção diária de Tupi voltou a atingir 830 mil barris de petróleo por dia, reafirmando seu status como um dos principais ativos da Petrobras.
Entretanto, a empresa busca estender sua capacidade de extração, enfrentando desafios semelhantes aos de outros países produtores, como o México, que sofreu forte queda na produção após o declínio do campo de Cantarell.
📈 Além de resolver a disputa com a ANP, que envolve um impasse sobre compensações financeiras pela produção de Tupi, a Petrobras está em processo de negociação com parceiros internacionais, como a Shell e a Galp Energia, para suspender a arbitragem em curso.
A solução da disputa abriria caminho para a extensão do contrato de operação do campo até 2064, essencial para justificar os investimentos de longo prazo na região.
Com a revitalização de Tupi, a Petrobras busca consolidar sua posição frente à crescente demanda por petróleo e garantir a sustentabilidade da produção nacional.
Essa estratégia visa não apenas manter o Brasil entre os maiores produtores globais, mas também assegurar a estabilidade econômica em um cenário energético mundial em transformação.
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
Segundo a diretora de exploração da estatal, a Petrobras avalia explorar petróleo na Venezuela, mas os riscos ambientais preocupam.
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
A alta levou o índice ao segundo maior fechamento da história, atrás apenas do registrado em 11 de fevereiro.
EUA já liberaram cinco multinacionais a retomar a exploração de petróleo na Venezuela.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
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