Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
⛽ A Petrobras (PETR4) informou, nesta segunda-feira (22), que a União Federal, por meio de ofício do Ministério das Minas e Energia, indicou o Sr. Renato Campos Galuppo para o cargo de membro do Conselho de Administração.
🧑⚖️ A petroleira destacou que a nomeação de Galuppo será analisada pelos demais membros do Conselho de Administração, nos termos do art. 150 da Lei nº 6.404/1976 e do art. 25 do Estatuto Social da Petrobras.
Galuppo já é membro do Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde do Conselho de Administração da Petrobras e teve seu relatório de integridade recentemente emitido e analisado pelo Comitê de Pessoas.
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Segundo a petroleira, o relatório destaca que não há qualquer impedimento para assunção de Galuppo ao cargo de administração na Petrobras.
"Sua indicação ao Conselho de Administração será submetida aos procedimentos de governança aplicáveis", informou a estatal petroleira.
Renato Campos Galuppo é advogado, exerce a advocacia perante o TJMG, TRE/MG, Supremo Tribunal Federal e Tribunais Superiores desde fevereiro de 2003, com larga experiência em contencioso e consultivo em matéria eleitoral, criminal, constitucional e cível.
O comunicado sobre a possibilidade de Galuppo integrar o conselho da Petrobras ocorreu após uma carta de renúncia do Sr. Efrain Pereira da Cruz ao cargo de Conselheiro de Administração e membro do Comitê de Investimentos.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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