Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
📊 Uma recente pesquisa realizada pela corretora Bitget com 500 clientes no Brasil aponta que a maioria dos investidores de criptomoedas no país adotou a estratégia de "comprar e manter" Bitcoin (BTC), especialmente após o recente halving que reduziu pela metade a emissão nova da criptomoeda.
Segundo o estudo, 61,2% dos participantes decidiram reter suas criptomoedas para o futuro, indicando uma visão otimista de longo prazo sobre o valor do Bitcoin.
Apenas 22,4% dos investidores consideram vender suas criptomoedas, enquanto 16,3% permanecem indecisos quanto às suas estratégias futuras.
O halving, evento que ocorreu no mês passado e é conhecido por seu papel no controle da inflação da moeda digital ao limitar sua oferta, parece ter fortalecido a confiança no ativo digital.
Cerca de 47% dos entrevistados relataram que a percepção pública do Bitcoin melhorou após o evento.
Maximiliano Hinz, diretor de expansão da Bitget na América Latina, comentou sobre os resultados da pesquisa: "Os dados demonstram que os investidores brasileiros têm uma perspectiva confiante e de longo prazo em relação ao Bitcoin. Este comportamento é um indicativo positivo para o mercado cripto como um todo."
Dados da plataforma Glassnode corroboram a tendência de retenção, mostrando que o número de Bitcoins mantidos em exchanges caiu para o menor nível em seis anos, sinalizando que os investidores não estão inclinados a vender suas criptomoedas, mas sim a mantê-las como uma reserva de valor a longo prazo.
A pesquisa também revelou que 42,9% dos usuários brasileiros estão satisfeitos com seus investimentos em criptoativos, enquanto 24,5% se mostraram insatisfeitos e 32,7% permaneceram indiferentes.
💲 Segundo dados recentes da Receita Federal, o Brasil possui cerca de 4,1 milhões de investidores pessoas físicas em ativos digitais, além de 92.105 empresas envolvidas com o setor.
O país é destacado como uma das dez nações do mundo com maior adoção de criptomoedas, de acordo com um estudo da Chainalysis.
Este cenário reflete a crescente popularidade e aceitação das criptomoedas no Brasil, posicionando o país como um dos líderes globais no mercado de ativos digitais.
A estratégia de longo prazo adotada pelos investidores brasileiros sugere uma robustez e maturidade crescentes do mercado local de criptomoedas.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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