Onde investir em FIIs? XP elege os 14 melhores após bater recordes em 2025

O principal destaque foi o RBR Plus Multiestratégia (RBRX11), que ganhou 1 ponto percentual de peso na carteira.

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Publicado em 05/01/2026 às 16:56h - Atualizado 1 dia atrás Publicado em 05/01/2026 às 16:56h Atualizado 1 dia atrás por Matheus Silva
Em dezembro, a carteira da XP subiu 3,5%, superando os 3,1% do IFIX
Em dezembro, a carteira da XP subiu 3,5%, superando os 3,1% do IFIX
🚨 A XP Investimentos (XPBR31) divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para janeiro de 2026, trazendo ajustes que miram o equilíbrio entre a segurança dos recebíveis e o potencial de ganho de capital em fundos híbridos.
O principal destaque foi o aumento da exposição no RBR Plus Multiestratégia (RBRX11), que ganhou 1 ponto percentual de peso na carteira, espaço este cedido pelo BTG Pactual Logística (BTLG11).
Segundo o relatório da corretora, a tese central para o aumento no RBRX11 reside no seu preço considerado "descontado" frente aos fundamentos sólidos. 
A gestão da XP acredita que o fundo oferece um "carrego atrativo" e se beneficia diretamente da incorporação recente do RBRF11, que trouxe maior liquidez e diversificação para o portfólio. 
Com uma equipe de gestão qualificada e um histórico de performance acima da média, o RBRX11 aparece como uma das apostas mais táticas para este trimestre.

Um 2025 para recordar e um 2026 de cautela

Em dezembro de 2025, a carteira da XP subiu 3,5%, superando os 3,1% do IFIX. No acumulado do ano passado, a valorização chegou a 23,3%, o que corresponde a 110,4% do IFIX e robustos 167% do CDI. 
Para quem vive de renda, o portfólio entregou um dividend yield mensal de 0,93%, o que representa uma taxa anualizada de 11,2%, superando a inflação e garantindo ganho real ao investidor.
A distribuição setorial da carteira para 2026 reflete uma postura defensiva, mas pronta para capturar ciclos de alta.
A maior fatia está concentrada em Recebíveis (42,5%), os chamados "fundos de papel", que oferecem proteção via indexadores de juros e inflação
O segmento Logístico ocupa a segunda posição (21,5%), seguido por Shoppings e Híbridos, ambos com 10,5%. As Lajes Corporativas e os Hedge Funds completam a estratégia, com 6% e 9%, respectivamente.

A seleção de elite para janeiro

A carteira atual é composta por 14 ativos selecionados. Abaixo, detalho os fundos com os maiores pesos e seus respectivos retornos em dividendos nos últimos 12 meses:
Ticker Segmento Peso (%) DY 12m
CPTS11 Híbrido 10,5% 13,9%
XPML11 Shoppings 10,5% 10,2%
MCCI11 Recebíveis 10,5% 13,1%
RBRR11 Recebíveis 10,0% 11,0%
RBRX11 Multiestratégia 9,0% 12,9%
XPCI11 Recebíveis 9,0% 13,2%
BTLG11 Logístico 6,0% 9,2%
PVBI11 Lajes Corporativas 6,0% 6,6%
KNCR11 Recebíveis 5,5% 12,5%
PCIP11 Recebíveis 6,0% 11,8%
KNSC11 Recebíveis 1,5% 12,4%
LVBI11 Logístico 6,0% 8,1%
BRCO11 Logístico 5,0% 8,9%
XPLG11 Logístico 4,5% 9,4%
📈 A presença de fundos como CPTS11 e MCCI11 com pesos elevados reforça a busca por rendimentos consistentes e acima de 13% ao ano. Ao mesmo tempo, a inclusão de gigantes como o XPML11 garante exposição ao setor de consumo e shoppings, que segue resiliente.