Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A Oi (OIBR3) voltou ao vermelho, ao registrar um prejuízo de R$ 835 milhões no segundo trimestre de 2025.
📉 A companhia havia aberto o ano no azul, mas viu seu faturamento afundar depois da venda das unidades de fibra óptica e televisão por assinatura.
Os negócios foram vendidos no início do ano, para que a companhia reduzisse a sua dívida e obtivesse recursos para arcar com as obrigações previstas no seu novo plano de recuperação judicial.
Sem esses serviços no entanto, a Oi registrou uma receita líquida consolidada de R$ 684 milhões no segundo trimestre de 2025. Isto é, um faturamento 67,7% menor que o do mesmo período de 2024 e 52,3% inferior ao trimestre anterior.
Os custos e despesas de rotina também caíram com a venda desses ativos, totalizando R$ 782 milhões. Ainda assim, a empresa teve um Ebitda negativo de R$ 91 milhões no segundo trimestre.
💲 O resultado foi um prejuízo líquido de R$ 835 milhões, que contrasta com o lucro de R$ 1,657 bilhão registrado no primeiro trimestre de 2025 e ainda mais com o resultado positivo de R$ 15,061 bilhões do segundo trimestre de 2024, que foi impulsionado pela aprovação da recuperação judicial.
Já a dívida bruta somou R$ 11,189 bilhões, ficando praticamente estável em relação ao trimestre anterior (R$ 11,291 bilhões). O valor, contudo, subiu 30,6% em um ano.
Em balanço divulgado nessa quinta-feira (4), a Oi ressaltou, por sua vez, que a receita das operações que continuam sob sua administração cresceram 8,4% no segundo trimestre de 2025.
📱 Com a venda das unidades de fibra óptica e televisão por assinatura, a Oi passou a concentrar suas atividades na oferta de soluções de tecnologia e conectividade para o mercado corporativo por meio da Oi Soluções.
A companhia também segue oferecendo o serviço de telefonia fixa nas localidades que não são atendida por outra empresa, conforme determinado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A combinação desses negócios vêm sendo chamados de Nova Oi.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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