Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A Oi (OIBR3) avalia agrupar novamente as suas ações, para que os papeis voltem a ser negociados acima de R$ 1, como determina a B3. A proposta será submetida à avaliação da administração e dos acionistas da empresa nas próximas semanas.
📞 Em fato relevante publicado nesta quarta-feira (13), a Oi disse que uma proposta de grupamento das ações ordinárias e preferenciais de emissão da companhia será apresentada ao seu Conselho de Administração. Depois disso, será colocada em votação em assembleia de acionistas no dia 29 de abril.
A proporção do grupamento ainda não foi definida, mas o objetivo é fazer com que as ações da companhia saiam do grupo das chamadas penny stocks (ações negociadas por centavos).
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A B3 impõe limites para as penny stocks, por causa da alta volatilidade desses papeis, e deu um prazo para que a Oi enquadre suas ações em um valor superior a R$ 1. O prazo acabaria em 27 de março, mas foi prorrogado até 30 de abril, a pedido da companhia.
Se aprovado, o grupamento será o segundo em pouco mais de um ano. A companhia aprovou um grupamento de ações, na proporção de 10 para 1, em dezembro de 2022, também para escapar do grupo das penny stocks. A operação foi implementada em 9 de janeiro de 2023.
📉 A Oi voltou a ser notificada pela B3 por causa do valor das suas ações em outubro de 2023. Isto é, cerca de nove meses depois do grupamento de ações. À época, os papeis já eram negociados abaixo de R$ 1 há três meses e valiam R$ 0,59.
As ações da Oi, contudo, tiveram uma forte valorização e atingiram valores superiores a R$ 1 em fevereiro de 2024, diante da apresentação do novo plano de recuperação judicial da companhia.
Desde 5 de março, no entanto, as ações voltaram a ser negociadas por menos de R$ 1. Nesta quarta-feira (13), os papeis terminaram o dia cotados a R$ 0,81, com queda de 3,57%.
Ainda nesta quarta-feira (13), a Oi disse que apresentou novas condições de pagamento para alguns de seus credores. A companhia segue negociando os termos do seu plano de reestruturação financeira para "alcançar uma solução satisfatória para todas as partes interessadas".
A assembleia de credores que vai avaliar o plano de recuperação judicial da companhia estava marcada para 5 de março, mas foi suspensa e será retomada no próximo dia 25 de março.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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