Neoenergia (NEOE3) distribuirá R$ 1,084 bilhão em dividendos e JCP
O pagamento dos dividendos será realizado até fevereiro de 2026, enquanto os JCP serão quitados até dezembro do mesmo ano.
📊 Em uma iniciativa de grande impacto ambiental e econômico, a Neoenergia (NEOE3) anunciou um investimento de R$300 milhões para transformar a matriz energética de Fernando de Noronha, implementando fontes renováveis e armazenamento de energia.
O "Projeto Noronha Verde", que deve entrar em operação até 2027, pretende descarbonizar até 85% do consumo energético no arquipélago, famoso por suas paisagens paradisíacas, hoje dependente de geradores a diesel.
A novidade foi anunciada após a publicação de uma portaria do Ministério de Minas e Energia, autorizando a Neoenergia Pernambuco a iniciar a expansão das operações renováveis na ilha.
Este investimento em energia solar e sistemas de armazenamento em baterias promete reduzir substancialmente as emissões de carbono, impactando não apenas a ilha, mas todo o sistema elétrico nacional.
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O projeto traz benefícios econômicos diretos para os consumidores brasileiros, aliviando os encargos da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que subsidia o alto custo da geração a diesel em Noronha, diluído nas contas de luz de todo o país.
A Neoenergia tem 30 dias para submeter um plano detalhado de execução ao Ministério de Minas e Energia, uma exigência necessária para dar início aos aportes.
📈 "A medida autoriza um dos maiores projetos de geração renovável centralizada no Brasil, reforçando o compromisso com a descarbonização e o fortalecimento das fontes limpas em território nacional", destacou o ministro Alexandre Silveira em nota oficial.
O pagamento dos dividendos será realizado até fevereiro de 2026, enquanto os JCP serão quitados até dezembro do mesmo ano.
Elétrica com atuação em 18 estados brasileiros, especialmente no Nordeste, distribuirá juros sobre o capital próprio.
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O desempenho foi impulsionado pelo crescimento operacional e pela expansão do volume de energia distribuída.
Após disparar 40% no ano, Neoenergia (NEOE3) é rebaixada pelo Safra, que vê alternativas mais atrativas no setor elétrico.
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