Azzas 2154 (AZZA3) lucra R$ 770,7 milhões em 2025, alta de 30%
Conglomerado de vestuário, dono de marcas como Arezzo, Hering, Reserva, entre outras, gera caixa recorde.
💸 A Moura Dubeux (MDNE3) informou, nesta segunda-feira (17), que vai emitir R$ 250 milhões em CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários). Segundo a companhia da construção civil, o valor será usado para cobrir gastos, custos e despesas oriundas da aquisição de empreendimentos.
A empresa destacou que os títulos terão vencimento previsto para 2029, lastreados em debentures emitidas pela empresa. Cada título será de R$ 1 mil, todos securitizados pela Oliveira Trust.
A taxa de remuneração ainda vai ser definida, mas a expectativa é pagar a taxa DI+1,8% ao ano, no máximo.
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🔎 A agência de classificação de risco S&P Global Ratings atribuiu a nota de crédito "brAA-" à construtora. Essa representa uma das melhores avaliações em uma escala de 18 notas.
A S&P também destacou uma perspectiva estável para companhia, considerando que deve surgir maiores margens e um menor endividamento na comparação com pares do mesmo setor. A nota foi amparada no histórico de lançamentos e vendas recentes.
No ano passado, a Moura Deboux reportou uma receita líquida de R$ 1,15 bilhão, com um avanço de 44% em relação a 2022. No primeiro trimestre deste ano, o resultado foi de R$ 42,1 milhões, também com alta de 38,6% na etapa anual.
Para 2024, a expectativa do S&P Global é que a margem bruta da companhia fique em 37% e o índice de alavancagem em 24%. Na análise do órgão, a empresa deve queimar R$ 84 milhões de caixa no ano, observando os projetos que estão em andamento.
Conglomerado de vestuário, dono de marcas como Arezzo, Hering, Reserva, entre outras, gera caixa recorde.
Construtora fundada no Recife segue plano de diversificação pelo Nordeste, com foco em condomínios.
A companhia assumiu que um erro interno levou Diego Villar a vender ações em período vedado, fazendo a CVM abrir processo sobre o caso.
O pagamento será feito automaticamente no domicílio bancário informado.
A recomendação ocorre após a empresa levantar quase R$ 500 milhões em uma oferta pública de ações, realizada no fim de janeiro.
As novas ações da Moura Dubeux passarão a ser negociadas na B3 a partir de 26 de janeiro.
O preço por ação será definido pelo conselho de administração.
A eventual oferta seria realizada no Brasil e direcionada exclusivamente a investidores profissionais.
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