Mobly (MBLY3): Investidores processam a Esh Capital por perdas

Os investidores buscam uma compensação financeira de mais de R$ 20 milhões por danos coletivos.

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Publicado em 05/04/2024 às 17:19h - Atualizado 2 meses atrás Publicado em 05/04/2024 às 17:19h Atualizado 2 meses atrás por Matheus Rodrigues

⚖️ A Associação Brasileira de Investidores (Abradin) está entrando com uma ação civil pública contra a gestora de fundos Esh Capital e seu CEO, Vladimir Joelsas Timerman.

A Abradin acusa a Esh Capital de práticas que resultaram em prejuízos para os investidores do mercado de capitais.

Segundo a Abradin, a Esh Capital foi identificada como uma "gestora ativista", que utiliza estratégias nas redes sociais para influenciar os preços das ações de diversas empresas listadas na Bolsa de Valores.

A associação cita movimentações incomuns nos valores das ações de empresas como Gafisa (GFSA3), Mobly (MBLY3) e Terra Santa (LAND3).

Em comunicado à imprensa, a Abradin destacou que os investidores minoritários foram prejudicados pelas ações da Esh Capital, que teriam causado "danos difusos" ao mercado.

💲 A associação está buscando uma compensação financeira de mais de R$ 20 milhões por danos coletivos.

Por sua vez, a Esh Capital negou as acusações feitas pela Abradin, afirmando que são infundadas e sem base. A gestora defendeu suas práticas e afirmou estar disposta a colaborar com as investigações.

A ação movida pela Abradin destaca um caso específico envolvendo a Mobly, em que um artigo publicado por Timerman resultou em uma queda acentuada no valor das ações da empresa. A Abradin alega que esta ação causou prejuízos aos investidores minoritários da Mobly.

A entidade informou que está representada pelos advogados da Lefosse Advogados e que continuará monitorando as práticas do mercado de capitais para proteger os interesses dos investidores.

MBLY3

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