Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
🌳O presidente da França, Emmanuel Macron, reiterou sua crítica ao possível acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, argumentando que o tratado se baseia em um texto "antigo" de 20 anos atrás, com apenas "pequenas mudanças".
Durante uma reunião bilateral com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Macron expressou seu descontentamento com a continuidade das negociações, chamando de "loucura" o avanço desse acordo.
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"Somos todos loucos, todos nós. Por que fazemos acordos comerciais hoje como fazíamos há 20 anos? Quero recordar aqui que esse texto da União Europeia-Mercosul é de um acordo negociado e preparado há 20 anos, estamos só fazendo pequenas mudanças. Somos loucos continuando essa lógica e paralelamente fazendo grandes reuniões do G20 e COP dizendo ‘nossa, o clima, a biodiversidade, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo", disse.
Ele destacou que, em um contexto de preocupações com o clima e a biodiversidade, persistir com um acordo baseado em um texto antigo vai contra a lógica das discussões atuais sobre descarbonização da economia. Macron também fez menção aos agricultores franceses, que têm protestado contra o acordo, enfatizando a necessidade de alinhamento entre os acordos comerciais e os compromissos ambientais.
"Nós, europeus, temos o texto mais exigente do mundo em relação a desmatamento e descarbonização. Pedimos aos nossos agricultores e industriais que façam transformações históricas. Mas vamos abrir para produtos que não respeitam estes acordos? Somos loucos? Não vai funcionar", defendeu.
Embora os presidentes Macron e Lula tenham trocado gestos de cordialidade nos últimos dias durante suas agendas conjuntas no Pará e no Rio de Janeiro, as críticas de Macron ao acordo comercial foram mantidas. Lula, por sua vez, minimizou a posição da França, enfatizando que as negociações envolvem o Mercosul e a União Europeia como blocos comerciais, não especificamente o Brasil e a França. Ele ressaltou que, após a decisão da União Europeia, a responsabilidade de negociar recai sobre o Mercosul.
"Depois da decisão da União Europeia, o Macron tem que brigar é com os negociadores da União Europeia e não com o Brasil. O Brasil vai brigar com o Mercosul [para fechar o acordo]", disse.
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