Vale (VALE3): Balanço decepciona no papel, mas não muda tese do mercado
Analistas destacam Ebitda e fluxo de caixa no 4T25; Bancos mantêm recomendação de compra.
👨⚖️ A Justiça Federal condenou Vale (VALE3), Samarco e BHP a pagarem uma indenização de R$ 47,6 bilhões pelo rompimento de uma barragem em Mariana - que ocorreu no dia 5 de novembro de 2015. As informações são da "Reuters".
A decisão, segundo a publicação, é da 4ª Vara Federal Cível e Agrária da SSJ de Belo Horizonte.
A barragem, que rompeu em 2015, no subdistrito de Bento Rodrigues, pertencia à Samarco - companhia de capital fechado que atua no segmento de mineração. A Samarco é uma joint venture de propriedade da Vale e BHP. A onda de lama com rejeitos de mineração da empresa matou 19 pessoas.
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A discussão sobre a reparação dos danos causados pela barragem de Mariana durou quase 9 anos. Além de deixar 19 mortos, a tragédia contaminou o Rio Doce e destruiu comunidades.
No ano passado, a Samarco afirmou que a empresa e suas acionistas (Vale e BHP) "reforçam o compromisso com a reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão".
Em nota, a Vale disse que não foi comunicada da decisão judicial. Ainda assim, a companhia disse que irá se manifestar oportunamente no processo e reforçou o compromisso em apoiar a reparação integral dos danos causados pelo rompimento.
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Segundo a companhia, o resultado foi pressionado por despesas de Brumadinho, ajustes em contratos de streaming e efeitos fiscais.
Decisão é um reflexo do vazamento de 262 mil m³ de água com sedimentos da Mina de Fábrica.
Ministério Público e Governo Estadual protocolo com ação civil por sedimentos atingiram casas, terrenos e curso d’água.
A fusão criaria a maior mineradora do mundo, mas travou por divergências sobre o valuation.
Em ação cautelar, o MPF elevou para R$ 1,2 bilhão o pedido de bloqueio de recursos da Vale.
Ações da mineradora saltam +5% com recomendação de compra do Itaú BBA, contrariando queda da commodity.
O banco manteve a recomendação de compra para os papéis e elevou o preço-alvo das ADRs de US$ 14 para US$ 19 ao fim de 2026.
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