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A renda fixa não é tão fixa assim é o mantra que cada vez mais precisa colar no vocabulário dos investidores, como prova a rentabilidade acumulada pelos diferentes investimentos oferecidos no Tesouro Direto ao longo de agosto de 2025.
Conforme dados da plataforma do governo, o Tesouro Renda+ 2065 teve desvalorização de −8,17% em seu preço unitário, nos últimos 30 dias, caso o investidor decida resgatar o dinheiro aplicado antecipadamente. Já no acumulado de 2025, o mesmo título público registra lucro de +5,46%.
Esse é o efeito causado pela marcação a mercado, a qual penaliza o preço unitário do título de renda fixa, como forma de compensar a subida dos juros compostos pagos ao se emprestar dinheiro ao governo brasileiro. Tais oscilações são maiores ainda quando se trata de um título público com vencimento no longuíssimo prazo.
O Investidor10 consultou nesta sexta-feira (29), último pregão do mês de agosto, que o Tesouro Prefixado 2031, que sequer está mais disponível no Tesouro Direto, teve o maior ganho nos últimos 30 dias, rendendo +1,85% ao mês. No ano, o título de renda fixa avança +16,53%.
Agora, considerando apenas os títulos públicos acessíveis aos investidores pessoas físicas, o Tesouro Prefixado 2032 teve maior lucro com marcação a mercado em agosto, dado que o seu preço unitário se valorizou +1,76%.
Mesmo com a taxa Selic rodando a 15% ao ano, os títulos públicos pós-fixados, o Tesouro Selic, não são os investimentos mais rentáveis no Tesouro Direto, embora sigam pagando juros compostos confortáveis acima de 1% ao mês e com o benefício da liquidez diária.
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