Prejuízo de R$ 885 mil: Calote ‘trava’ dividendos do fundo imobiliário EDGA11
Segundo o comunicado, o fundo registrou prejuízo de R$ 885,2 mil, o que equivale a um impacto negativo de R$ 0,23 por cota.
📉 O fundo imobiliário Edifício Galeria (EDGA11) não recebeu até agora o pagamento do aluguel de uma de suas locatárias referente a novembro de 2024.
Conforme o BTG Pactual (BPAC11), que administra o fundo, houve impacto negativo na distribuição de dividendos do fundo em aproximadamente R$ 0,01 por cota.
Em comunicado divulgado na última sexta-feira (22), o banco reiterou que cobrará devidamente o seu inquilino pelo pagamento atrasado e informará o mercado acerca de sua regularização prontamente.
Na sua mais recente distribuição de proventos aos investidores, o FII EDGA11 pagou R$ 0,06 por cota no dia 31 de outubro de 2024, segundo dados do Investidor10.
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No acumulado do ano, o fundo imobiliário Edifício Galeria teve tombo de quase −18% no preço de suas cotas, uma desvalorização inclusive superior à queda do Ifix (índice que traz a média dos FIIs mais negociados do Brasil), cujo recuo é de −4%.
Atualmente, as cotas do FII EDGA11 são negociadas na B3 por volta de R$ 17,70 cada. Se você tivesse investido R$ 1 mil neste fundo imobiliário há um ano, hoje você teria R$ 915,68, mesmo reinvestindo os dividendos mensalmente.
Vale destacar que o FII EDGA11 é proprietário de 100% do Edifício Galeria, prédio icônico localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Tal imóvel abriga oito pavimentos de lajes corporativas, duas lojas, além de um shopping center situado no térreo e subsolo.
Segundo o comunicado, o fundo registrou prejuízo de R$ 885,2 mil, o que equivale a um impacto negativo de R$ 0,23 por cota.
Edifício Galeria (EDGA11) toma calote de alguns de seus inquilinos em seu único imóvel localizado no centro do Rio de Janeiro
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