21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
🔌 Enquanto alguns paulistanos ainda passam dias sem luz, os vizinhos chilenos se solidarizam. Isso porque os moradores da capital Santiago também enfrentam problemas parecidos há alguns anos.
Entre janeiro e fevereiro de 2021, milhares de pessoas ficaram às escuras depois que a cidade passou por um apagão. A situação foi normalizada, mas, desde então, a opinião pública em relação à concessionária é negativa, conforme indicam pesquisas.
Tanto São Paulo como Santiago são abastecidos pelos serviços da Enel, empresa italiana que é responsável por concessões de energia em vários países. Por lá, no entanto, a empresa enfrenta grandes batalhas judiciais, muitas das quais já foram perdidas.
Em agosto, uma decisão de primeira instância considerou a empresa culpada pelo apagão e ordenou o pagamento de 8 bilhões de pesos chilenos (equivalente a R$ 48 milhões) em indenização. A decisão ainda cabe recurso, mas acende o alerta sobre a atuação da empresa que é alvo da Justiça também no Brasil.
💡 Leia mais: São Paulo enfrenta novo temporal, e mais de 80 mil casas ficam sem luz
Uma das vozes mais ativas contra a atual concessionária é o presidente Gabriel Boric, que, em público, já disse que existe uma “grave ineficácia” na distribuição de energia. Nos bastidores, o governo já tem planos de uma eventual estatização da energia no país, na tentativa de tornar o fornecimento mais seguro.
Além do Brasil e Chile, a Enel opera concessões de energia em outros países da América Latina. Estão sob a sua responsabilidade ou de subsidiárias concessões no Peru, Colômbia, Costa Rica, Guatemala e Panamá.
🌍 Por origem, a Enel é uma italiana, que tem 23,6% das ações nas mãos do governo e o restante circulando no mercado de capitais. A companhia foi fundada em 1962 com o objetivo de atender o setor interno, mas, no fim dos anos 90, expandiu sua atuação para outros países.
A história da companhia no Brasil começou em 2018, quando venceu uma concorrência pela aquisição da AES Eletropaulo, então concessionária de energia em SP. Na época, o valor da transação -fechado com um sino na bolsa de valores- passou de R$ 5,5 bilhões.
A empresa tem suas ações negociadas na B3 por meio de BDRs que replicam o desempenho em NYSE. No último pregão, os papeis fecharam cotados em R$ 26,41, de acordo com a bolsa.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado
Analistas do banco estudaram a relação dos cortes de juros sobre a lucratividade das companhias.
Indicadores fundamentalistas favoráveis e cenário de dólar acima dos R$ 6 dão indícios para a ação que já disparou +45% em 20224
Carta da gestora Sharp Capital em 2026 destaca três ações listadas na B3 que conseguiram ser campeãs em 15 anos.
Analistas do BTG Pactual revelam quais são os fundos de infraestrutura mais bombados em 2025.
Companhia elétrica capta R$ 9,4 bilhões com renda fixa e alonga prazo médio da dívida de 5,5 anos para 5,8 anos.
União Federal colhe o menor repasse de proventos em suas participações em empresas; entenda o caso.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?