Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
🔮 Nesta quinta-feira (28), a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou o lançamento do primeiro contrato futuro de Bitcoin (BTC) na bolsa de valores.
A decisão do órgão regulador vem na sequência de vários adiamentos em uma discussão que se arrasta desde junho do ano passado. A expectativa da B3 é lançar o novo produto derivativo no próximo dia 17 de abril.
A data ainda deve ser aprovada pela CVM, junto a um manual operacional com regras sobre o ativo.
🛃 Leia também: Governo planeja enquadrar criptomoedas como investimentos
Atualmente, já são negociados dezenas de ETFs de criptomoedas, mas ainda não existia um produto que protegia os investidores de oscilações de preços. O contrato futuro terá como base o índice Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price (NQBTC).
Segundo a B3, cada contrato futuro será equivalente a 0,1 Bitcoin, equivalente a 10% do valor da criptomoeda em reias. O vencimento dos contratos será mensal, tendo como resultado a variação de preço do Bitcoin.
“A B3 está expandindo sua atuação no mercado de criptoativos, oferecendo aos investidores formas diferentes de diversificarem suas estratégias. Esse lançamento atende uma demanda por um produto derivativo que permite a proteção da oscilação de preços do Bitcoin ou a exposição direcional ao ativo, mantendo a segurança de operar no ambiente da Bolsa do Brasil”, destaca Felipe Gonçalves, superintendente de Produtos de Juros e Moedas da B3.
🤑 Ao todo, são 13 ETFs de criptomoedas negociados na bolsa de valores, que somaram um patrimônio líquido de R$ 2,5 bilhões em 2023. A B3 destaca que mais de 170 mil investidores cadastrados já têm algum tipo de exposição às criptomoedas na carteira.
Neste mês, também passou a ser negociado o BDR de ETF iShares Bitcoin Trust (BITH11), da BlackRock, que acompanha o desempenho do preço do ativo. O produto tem taxa de administração de 0,25% ao ano e paridade de 1 para 3 em relação ao índice replicado dos Estados Unidos.
“O IBIT39 reforça nosso comprometimento com inovação em relação ao mercado de ETFs”, afirmou Karina Saad, presidente da BlackRock no Brasil. “Foi um lançamento muito bem sucedido nos Estados Unidos e estamos animados em trazê-lo para o Brasil”
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?