Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
📊 O Bitcoin (BTC) parece ter voltado aos seus primórdios, enfrentando um sobe e desce relevante nesta segunda-feira (3). A maior criptomoeda do mundo chegou a despencar aos US$ 91 mil, juntamente com o mercado financeiro tradicional, repercutindo os impactos das tarifas comerciais impostas pelo governo Trump contra México, Canadá e China.
Conforme os analistas Matheus Parizotto e João Galhardo, do BTG Pactual, o mercado de criptoativos enfrentou forte correção desde a última semana de janeiro de 2025, enquanto a capitalização total do mercado registrou queda de aproximadamente 18%.
"O movimento foi intensificado por um dos maiores eventos de liquidação da história do mercado cripto, com mais de US$ 2,18 bilhões em posições alavancadas liquidadas em 24 horas, superando momentos históricos como o colapso da FTX", afirma a dupla, em relatório publicado em fevereiro.
No entanto, assim que o México anunciou que conseguiu um acordo temporário com o presidente republicano Donald Trump, pausando por ora a taxação de 25% sobre seus produtos destinados aos consumidores americanos, as principais criptomoedas também seguiram a recuperação das bolsas de valores pelo mundo.
Por volta das 17h (horário de Brasília), o BTC acumulava valorização de +4% nas últimas 24 horas, negociado por aproximadamente US$ 101,9 mil. Na máxima do dia, o BTC chegou a retomar os US$ 102 mil.
➡️ Leia mais: Bitcoin (BTC) despenca mais de 13% em meio a novas tarifas dos EUA; o que esperar?
Na visão do banco, uma altcoin que demonstra resiliência neste cenário é a rede Solana (SOL), que soma lucro de +4,5% nas últimas 24 horas, com cotação de aproximadamente US$ 212,71 no mesmo instante.
Enquanto isso, nomes como Ethereum (ETH), XRP (XRP) e até mesmo a moeda-meme oficial de Trump ($TRUMP) operavam em território negativo, registrando perdas de −7,7%, −0,1% e −11,1%, respectivamente. Segundo dados do Investidor10, se um entusiasta de cripto tivesse aplicado R$ 1 mil em $TRUMP há 7 dias, hoje o mesmo teria R$ 639,74.
🏆 "Em meio à turbulência do mercado, Solana (SOL) demonstrou notável resiliência comparada a seus principais concorrentes. O ativo mantém estrutura de preços sólida mesmo durante a recente correção, com suporte crucial em US$ 176 sendo respeitado após o breve teste no final de semana" escrevem os especialistas.
Os fundamentos da rede seguem fortalecidos, com atualizações relevantes no horizonte como o client Firedancer da Jump Crypto, além de crescente adoção institucional evidenciada pelo aumento no volume de stablecoins negociadas on-chain.
Para o BTG Pactual, a retomada da tendência de alta para SOL passa por resistências em US$ 220, US$ 234 e US$ 247, com alvo técnico de médio prazo no topo histórico em US$ 294.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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