Cosan (CSAN3) quita dívidas externas e reduz pressão sobre o caixa até 2031
Com essa operação, a empresa já acumula aproximadamente R$ 6,2 bilhões em dívidas repagas até o momento.
📈 A Cosan (CSAN3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre de 2024, revelando uma diminuição significativa no prejuízo líquido em relação ao mesmo período do ano anterior.
A empresa registrou um prejuízo de R$ 192,2 milhões, uma redução de 78% comparado ao primeiro trimestre de 2023. Este resultado contrasta com o lucro de R$ 2,362 bilhões reportado no trimestre anterior.
O Ebitda consolidado alcançou R$ 2,934 bilhões, marcando uma redução de 26% em relação ao ano anterior e de 40% em comparação ao último trimestre.
A Cosan também relatou um Ebitda sob gestão de R$ 7,1 bilhões, o que indica uma diminuição de 16% comparado ao mesmo período de 2023.
Em termos de receita, a empresa teve um aumento modesto de 2% na comparação anual, totalizando R$ 9,842 bilhões. Em relação ao trimestre anterior, a receita operacional líquida viu um aumento de 4%.
📊 De acordo com a Cosan, o desempenho do portfólio de negócios está alinhado com o planejamento estratégico para o ano.
A empresa enfatizou que, apesar dos desafios econômicos enfrentados, as medidas de reestruturação e eficiência operacional estão começando a mostrar resultados positivos.
O foco da Cosan continua sendo a otimização de suas operações e a melhoria contínua de sua eficiência operacional para reverter o prejuízo e maximizar a rentabilidade.
A empresa permanece cautelosamente otimista em relação ao restante do ano, tendo implementado diversas iniciativas estratégicas que esperam contribuir para uma melhor performance financeira nos próximos trimestres.
Com essa operação, a empresa já acumula aproximadamente R$ 6,2 bilhões em dívidas repagas até o momento.
Holding investe em empresas de exploração, refino e distribuição de petróleo e derivados, além de ferrovias e agronegócio.
Bradesco BBI e BTG recomendaram compra, de olho na reestruturação financeira da holding.
Os dois bancos adquiriram ações preferenciais da holding em proporções iguais, totalizando um aporte de R$ 4 bilhões.
Na prática, a Cosan vende as ações para captar recursos imediatos, mas contrata derivativos que mantêm sua exposição econômica aos papéis.
De acordo com o banco, o desempenho dessas empresas agora depende de eventos específicos, como novos aportes de capital e possíveis fusões.
Após a transação, a Cosan passou a deter 470 milhões de ações da Rumo, mantendo participação de 25,29% no capital social da companhia.
Relatório do JPMorgan aponta excesso de otimismo com guinada nas Eleições 2026.
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