Pix do BTG Pactual (BPAC11) volta a funcionar, após ataque hacker
Segundo o banco, não houve acesso a contas, nem exposição de dados de clientes.
🚨 O BTG Pactual (BPAC11) obteve aprovação preliminar do Cade, órgão regulador antitruste brasileiro, para a aquisição de 18 hotéis da AccorInvest no Brasil, em um negócio avaliado em R$ 1,7 bilhão.
A transação envolve 2.600 quartos distribuídos em estabelecimentos icônicos, como o Fairmont Copacabana e o antigo Caesar Park, agora Sofitel, ambos no Rio de Janeiro.
O processo, ainda sujeito a contestações nas próximas semanas, será formalizado por meio de três fundos imobiliários geridos pelo BTG.
Mesmo após a aquisição, a operação dos hotéis continuará sob a gestão da Accor, fortalecendo a presença da rede no país.
Com a conclusão do negócio, prevista para o final de 2024, os fundos do BTG Pactual passarão a controlar 54 hotéis, totalizando aproximadamente 4.300 quartos, concentrados principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
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O movimento sinaliza a ambição do banco de expandir seu portfólio no setor hoteleiro, além de enxergar novas oportunidades de investimento nesse mercado no Brasil.
O BTG Pactual, que possui cerca de 5,5 bilhões de dólares em ativos imobiliários sob sua gestão, reforça sua posição de destaque no setor, buscando otimizar o desempenho dessas propriedades e capitalizar o crescimento do turismo e da hospitalidade no país.
A aprovação pelo Cade representa um passo importante para a conclusão da transação, embora as partes envolvidas, tanto BTG quanto AccorInvest, não tenham se pronunciado oficialmente.
📈 A conclusão do acordo reforça a estratégia do BTG em diversificar seus investimentos no mercado imobiliário brasileiro, com um olhar atento às oportunidades no segmento hoteleiro.
Segundo o banco, não houve acesso a contas, nem exposição de dados de clientes.
Ataque criminoso teria desviado R$ 100 milhões, mas instituição financeira recupera maior parte.
Quem mais viu a sua fortuna crescer com a chegada de 2026 foi o banqueiro André Esteves.
Antes do BTG, três potenciais compradores abandonaram o Digimais, que acumula deterioração patrimonial e suspeitas de irregularidades.
Segundo o relato, Esteves teria pressionado Vorcaro a abandonar o negócio com o banco estatal do Distrito Federal, o BRB.
A operação ocorre após a venda de 25% do Banamex a Fernando Chico Pardo, maior acionista privado do banco.
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Lucro bilionário do 4T25 já estava precificado pelo mercado, dizem analistas.
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