BRB, o Banco de Brasília (BSLI4), atrasará resultados do 4T25? Estatal abre o jogo
Instituição financeira anda na corda bamba em 2026, diante de seus negócios com o Banco Master.
🏦 Os acionistas do BRB Banco de Brasília (BSLI4) poderão ter direito a receber parte dos R$ 48 milhões a serem distribuídos no próximo dia 25 de abril, conforme aprovação do conselho de administração nesta quarta-feira (9).
Para ter direito aos juros sobre o capital próprio (JCP), os investidores da estatal precisarão atender à data-com que acontece no próximo dia 14 de abril (segunda-feira).
Dessa maneira, a partir do dia 15 de abril de 2025 (terça-feira), tanto as ações ordinárias BSLI3 quanto os papéis preferencias BSLI4 não darão mais acesso (data-ex) ao JCP anunciado.
No caso, os proventos equivalem ao valor bruto de aproximadamente R$ 0,11 por ação BSLI3 e de aproximadamente R$ 0,12 por papel BSLI4. Até a efetiva data de pagamento no fim do mês, não incidirão quaisquer juros ou atualização monetária sobre a remuneração.
Por se tratarem juros sobre o capital próprio, haverá a cobrança de imposto de renda com alíquota de 15%, já que apenas os dividendos são isentos da mordida do leão da Receita Federal.
Recentemente, o BRB Banco de Brasília despertou o interesse dos investidores até que informações deram conta que a estatal estaria negociando a compra da Banco Master, uma instituição financeira privada conhecida do mercado por ofertar juros compostos generosos demais em investimentos de renda fixa, que pegam dinheiro emprestado dos investidores.
➡️ Leia mais: CDB do Banco Master pagando 17,30% ao ano até 2027 rende quanto? E quais são os riscos?
Instituição financeira anda na corda bamba em 2026, diante de seus negócios com o Banco Master.
A instituição destacou que vem conduzindo estudos técnicos sobre a estruturação de sua base de capital.
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
FII deve reunir 9 imóveis avaliados em US$ 6,5 bi, que devem ser cedidos pelo Distrito Federal.
O aumento de capital também prevê uma subscrição mínima de R$ 529 milhões.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
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