Ex-queridinha? Banco do Brasil (BBAS3) deixa a lista de compras de Luiz Barsi
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
💲 O Banco do Brasil (BBAS3) voltou ao radar dos investidores após a revisão de projeções pelo Bank of America (BofA).
Com um novo preço-alvo de R$ 31, ante os R$ 29 anteriores, a recomendação permaneceu neutra, sugerindo um potencial de valorização de 10% para as ações do banco estatal.
Um dos pontos destacados pelo BofA foi o dividend yield projetado para 2025, estimado em 9%.
Além disso, a expectativa de lucro líquido foi ajustada para R$ 39 bilhões, dentro da faixa indicativa (guidance) de R$ 37 bilhões a R$ 41 bilhões fornecida pelo próprio banco.
O novo valor representa um crescimento de 3% nos lucros para 2025, abaixo da estimativa anterior de 7% para 2024.
O relatório enfatiza que, historicamente, o Banco do Brasil tem entregue resultados dentro ou acima das previsões estabelecidas.
Desde 2017, a instituição registrou um desempenho alinhado ou superior às projeções de lucro líquido divulgadas ao mercado.
Apesar das perspectivas positivas, o BBAS3 pode enfrentar um crescimento mais modesto em relação aos bancos privados.
O Itaú (ITUB4) e o Bradesco (BBDC4) devem apresentar um crescimento de 9% e 14%, respectivamente, superando o Banco do Brasil no período.
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Entre os fatores que explicam essa diferença, destacam-se:
Um dos pontos favoráveis para o Banco do Brasil é a expectativa de uma margem líquida de juros (NIM) resiliente.
A instituição deve se beneficiar da reprecificação das taxas de empréstimo, de ganhos mais robustos em tesouraria e de um custo de financiamento relativamente estável.
Por outro lado, o BofA prevê que o crescimento do lucro por ação (EPS) do Banco do Brasil será de 4% ao ano (CAGR) até 2027, uma desaceleração significativa em relação ao ritmo de 22% registrado nos últimos três anos.
Esse cenário pode impactar o retorno sobre patrimônio líquido (ROE), projetado para cair de 21,1% em 2023 para 18,1% em 2027.
📈 Mesmo com essas projeções mais conservadoras, as ações do Banco do Brasil registram alta de 17% no acumulado do ano, demonstrando a resiliência do papel no mercado.
O desempenho reflete o apetite dos investidores por empresas com dividendos elevados e projeções de crescimento, ainda que mais modestas em comparação a seus pares privados.
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
Uma das pautas cria um programa de renegociação de dívidas rurais, mas mercado questiona as condições do refinanciamento.
Entre as principais queixas estavam falhas para realizar Pix e consultar informações da conta.
Com isso, o Itaú BBA cortou a projeção para o lucro e o preço-alvo para as ações do BB.
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
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